Capítulo 17

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Tomo banho longo, saio do banheiro e enxugo me com toalha de Arthur, e visto uma camiseta dele, que vai até as coxas, desço, caminho em silêncio e entro na cozinha, ele estava inclinado preparando a comida, fiquei por 30 segundos apreciando aquele homem gostoso ao meu lado, e quando ele levantou fui até ele, o abracei por trás, e o beijei nas costas.

_ Hum! Tá carinhosa hê?_ Pergunta se virando para me beijar

_ Não tem como não estar, com um homem gostoso cozinhando._ Digo vendo o quanto fica sex cozinhando

_ Você mais apetecível nessa camiseta. _ Diz olhando para minhas coxas

_ Não tinha nada para eu vestir, então optei por sua camiseta branca. _ Digo-me defendendo

_ Ei, olha para mim, não precisa se explicar, pode usar o que quiser, além do mais estou tendo uma visão incrível. _ Disse galante se referindo ao meu corpo, e sorrio por saber que está tendo uma boa visão.

_ Essa comida não sai, estou faminta. _ Falo e antes mesmo de ele dizer alguma coisa meu estómago ronca, e ele gargalha, mas que gargalhada mais gostosa que já ouve, como pode que uma gargalhada soa sex.

_ Está mesmo, senta se já sirvo. _ Cede a cadeira na cozinha, só somos nos dois, não vejo motivo de jantar numa sala grande, me sento e fico prezando o homem que estava do meu lado.

Ele coloca a mesa, e me serve, que atencioso ele é.

_ Está calor aqui, não acha? _ Ele comenta e apenas me calo observando ele tirar a camisa, e estava tendo uma visão incrível do meu professor tatuado.

_ Te incomoda que eu tire a camisa? _ Pergunta depois de ter titado

_ Se já tirou. _ Digo e faz que tenho razão, comemos em silêncio, um silêncio bom, muito bom por sinal, agente fica se olhando durante o jantar, e tem uma vez que ele me deu de comer, podem achar que sou paranoica, mas achei fofo.

Terminamos de jantar em silêncio, colocamos a loiça para lavar, e subimos para o quarto, esqueci de um detalhe, Arthur subiu as escadas, porque eu gente, estava no colo dele, e ele abriu a porta do quarto com a perna, estava destrancada, chegado no quarto, ele me deitou na cama e camiseta subiu, deixando a mostra minhas coxas e calcinha cor lilás, e estava sem sutiã, é um detalhe que ainda não comentei, mas não gosto de sutiã, sufoca gente, além do mais não tenho nada que precisa ser coberto, o que quis dizer é que meus seios são menores gente, Arthur senta do outro lado da cama.

_ Então, conta da ameaça?_ Pergunta e eu já havia-me esquecido gente.

_ Então, na noite da boate, fomos vistos, não sei com quem, só sei que sua namorada veio até meu local de trabalho fazer escândalo, ora por que tinha que me afastar de ti, se não diria a toda faculdade inclusive ao director que estamos tendo um caso. _ Digo de uma vez

_ Mas de quem estamos falando exactamente?_ Pergunta se fazendo de lerdo, não sei se está se fazendo ou é.

_ Me refiro a Luciana, a patrincinha da sala. _ Digo

_ Não conheço nenhuma Luciana. _ Diz e rio, eu sei que só disse que não a conhece para aliviar sua barra, com certeza já trepou com ela.

_ Hum acredito nessa história, aposto que dormiu com a metade da faculdade. _ Digo e ele faz cara de ofendido

_ Assim me ofende doidinha, pode ter certeza que você é a única. _ Sorrio por ouvir tais palavras mas meu sorriso some por saber que um dia vou acordar deste sonho e ele não estar aqui.

_É para ofender mesmo, quem ti manda ser pegador. _ Digo, nunca o encontrei com alguém, mas só facto da Luciana me ameaçar quer dizer que tem uma coisa entre eles.

Meu professor tatuadoOnde histórias criam vida. Descubra agora