Capítulo 18

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Entramos no quarto, a porta se fechando atrás de nós, e Anahí me puxou para perto, colando nossos corpos enquanto nossos lábios se encontravam. O calor dela me envolvia, misturando carinho e desejo, e eu me perdi naquele beijo. Nos últimos momentos, ela tinha sido tão fofa, tão doce, que por um instante esqueci  daquela ninfomaníaca com todo aquele fogo que sempre queimava nela.

Fomos até a cama, ainda entrelaçadas, e pelo caminho nossas mãos não paravam de explorar, de tirar peças de roupa, de tocar, sempre com aquele riso travesso nos lábios. Eu retribuía, ajudando e deixando que cada gesto fizesse o momento mais íntimo e intenso.

Deitadas, senti suas mãos percorrerem meu corpo com vontade, firmeza e delicadeza ao mesmo tempo. Ela beijava minha boca, descia pelo meu pescoço, mordiscava minha orelha, arrancando suspiros de mim. Cada toque, cada carinho parecia incendiar minha pele, e eu respondia com a mesma entrega, explorando cada curva e cada reação dela.

Seus dedos se moviam com confiança, e ela explorava meu corpo com intensidade, misturando urgência e cuidado, como se quisesse me perder e me encontrar ao mesmo tempo. Eu gemia baixinho, murmurando seu nome entre suspiros, pedindo e oferecendo prazer com carinho, enquanto ela sorria satisfeita, alternando movimentos suaves e decididos.

Entre beijos e carícias, eu a sentia tão próxima e tão minha. Cada gesto dela era uma promessa, uma confissão silenciosa, e eu me entregava completamente. Quando finalmente nos separamos por um instante, trocando olhares cheios de cumplicidade, ela me deu vários selinhos, sorrindo de um jeito que me derretia por dentro.

O quarto parecia nosso mundo particular, onde só existíamos nós duas, nosso calor, nossa intensidade, nosso riso, nossa conexão.

— Minha perfeitinha! — ela disse, os olhos brilhando.

— Você que é! — sussurrei, sentindo meu coração acelerar com aquele simples contato.

— Somos perfeitas uma pra outra! — ela me deu mais um selinho, suave e carregado de carinho. — Vamos tomar banho? Quero você linda pro show hoje. Mas, olha, pra isso não precisa de muito esforço!

— O que vai ter no show? — perguntei, com um sorriso, já me derretendo por ela.

— O que teria? Eu cantando, claro! Quero você toda linda pra me ver!

— Vou ficar babando, me derretendo por você, como sempre! — confessei, sem conseguir esconder a alegria que ela me provocava.

— Então vamos! — disse Anahí, me dando mais um selinho e me puxando suavemente para o banheiro, nossas mãos entrelaçadas, o toque dela me enchendo de uma felicidade silenciosa e intensa.

Tomamos banho juntas, rindo, molhando uma à outra e nos provocando com pequenos toques. Suas mãos deslizavam pelo meu corpo com carinho, enquanto nossos olhares se encontravam entre risadas e suspiros contidos. Eu fazia o mesmo, explorando cada curva dela com delicadeza e brincadeira, deixando que a água escorresse sobre nós e misturasse nossos movimentos, intensificando nossa intimidade. Cada gesto era uma declaração silenciosa, cada sorriso, um pacto de afeto e desejo compartilhado, sem precisar de palavras.

Quando saímos do banho, enroladas em toalhas quentes, o quarto parecia ainda mais nosso. Cada toque, cada olhar, cada risada reforçava a certeza de que estávamos exatamente onde deveríamos estar: lado a lado, sem medo, sem disfarces.

Logo ligamos para que viessem arrumá-la, e o cabeleireiro e o maquiador chegaram rapidamente. Aproveitei para me deixar cuidar também, sentindo a atenção e o cuidado refletirem o carinho que compartilhávamos. Assim que ficamos prontas, o carro veio nos buscar para o show. O Guillermo não estava com a gente, mas eu estava tão feliz ao lado dela que até esqueci de perguntar o motivo. 

Uma fã mais que especialHistórias para pegar e não largar. Descubra agora