segunda
14:22PM
Thaís
abri a porta e adentrei dentro do hospital, tava no maior nervosismo, nunca nem vi.
tava com a Joana, em momento algum ela saiu do meu lado.
fui na recepcionista e dei as coisas que eram necessárias.
ela pediu pra eu aguarda e foi o que eu fiz, me sentei na cadeira, ao lado da Joana.
Joana: fica calma -falou pegando na minha mão-
digamos que teve uns acontecidos, que não deveria acontecer.
metade da culpa foi minha, ou toda a culpa, literalmente foi minha.
demorou um pouco mas logo a médica me chamou e eu fuu pra sala.
sentei na cadeira e ela retirou meu sangue, depois da retirada.
eu levantei e saí da sala, peguei minhas coisas e fui saindo com a joana.
Joana: quer ir comer alguma coisa? -falou e eu neguei- Thaís, se acontecer, não foi culpa sua.
Thaís: dava pra eu ter impedido, joana -falei passando a mão no rosto- se eu não tivesse saído naquela noite, não ia acontecer
Joana: não foi culpa sua, Thaís -falou e eu olhei pra ela- foi culpa daquele idiota, você não teve culpa, não foi sua roupa, muito menos você.
ela me abraçou e eu encostei minha cabeça no ombro dela, esses meses tinham sido difícil demais.
teve uns acontecidos a uns dois meses atrás, resolvi sair com uma carinha.
pela primeira vez em toda minha vida, eu permiti alguém entrar na minha vida.
mas não foi como eu pensava, ele não era como eu imaginava.
quebrei a cara, no momento em que ele começou a falar de coisas que eu nem imaginaria ele falando.
é decepcionante, quando você tá fechada pra tudo e todo mundo, você se abre pra alguém e ele te decepciona da pior maneira.
isso foi horrível, sensação péssima, andar na rua com medo das coisas.
isso me fez me fechar novamente e voltar de onde tudo começou.
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Caminhos Indifirentes
Fanfictionvocê disse que era pra sempre, e hoje eu caminho sozinha.
