Capítulo 15 - De novo?

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O que está em negrito é o que é dito através de sinais.

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Um ano depois...


- Filho, que bom que está aqui. – o loiro abraçou o menor, que mesmo correspondeu ao abraço, foi estranho, ele parecia estranho, não parecia o mesmo. Sem nada dizer, Naruto o levou para casa, o garoto observou cada canto da sala, antes de sorrir a seu pai.

- Soube algo de Miho? – Naruto suspirou.

- Filho, por favor esqueça ela. Miho... está tentando refazer sua vida, faça o mesmo. – Jiho nada disse, mas em seu interior só tinha uma certeza, precisava ver novamente sua esposa.


(...)


- E meu pai me conseguiu um emprego no departamento de Recursos Humanos da empresa em que trabalha, é pequena, mas é um começo. – o moreno sorriu pela empolgação de sua amiga.

- Que bom Miho, fico feliz por você. Não há nada melhor que trabalhar para tirar os pensamentos ruins da cabeça. – a garota concordou, e baixou o olhar, mexendo nos próprios dedos.

- Soube que Jiho saiu da prisão? – seu amigo nada disse – Ele tem me ligado desde então.

- Por favor Miho, não me diga que vai encontrar aquele psicopata de novo? Ele quase te matou.

- Eu sei. Mas... – percebeu o olhar de seu amigo, parecia repreendê-la – Eu não vou encontrá-lo, prometo. – Ren pegou em sua mão.

- Por favor, Miho, não estrague sua vida de novo, pode não ter volta. – ela negou.

- Pode ficar tranquilo Ren, eu não vou encontrá-lo. Agora... mudando de assunto... e como andam as coisas com Yuki? – o rosto do Uchiha corou.

- Bem, semana que vem iremos começar a ver casas. – respondeu o garoto, acanhado, sua amiga sorriu, pegando dessa vez ela na mão dele.

- Fico feliz por você, é muito especial, merece toda a felicidade do mundo.

- Você também. – ele respondeu e ambos se sorriram, para então se abraçarem, sem saber o que o futuro os guardava.


(...)


- Já disse para parar de me ligar, Jiho. – falou a garota.

- Por favor Miho, eu te amo, me dê uma chance de explicar. – insistiu ele, ela iria negar, mas ele prosseguiu – Só te peço isso, explicar, me deixe explicar, depois prometo te deixar em paz... para sempre. – ela suspirou, quase cedendo – Por favor... eu preciso ver você. Se você não aceitar, eu sou capaz de cometer uma loucura.

- Está bem, pode vir, mas daqui a uma hora, quando meus pais não estiverem, eles ainda não te perdoaram... nem eu. – ele sorriu.

- Pode deixar Miho, obrigado. – ele desligou e sorriu, um sorriso sombrio, que nada bom pressagiava.


(...)


E agora... Quem é o infiel?Onde histórias criam vida. Descubra agora