Urrea
O real motivo de eu estar estranho e nervoso perto de Sina, é que eu estava fazendo uma surpresa para ela. E eu sempre fico nervoso quando faço essas coisas para ela.
Eu realmente tinha ido na casa das meninas ontem cedo. Achei melhor ir antes de Sina acordar, era para mim ter voltado rápido, mas demorou mais que o previsto.
Precisava da ajuda delas. Na verdade precisava da ajuda de Savannah, Any e Nour que conheciam minha pequena a mais tempo, eu só não tinha o número delas. Então pedi para Sabina e Sofya a chamarem para o apartamento delas e bom, elas me ajudaram e muito.
Olhei as horas no meu telefone e já eram 9:30, resolvi levantar e fazer o café da manhã. Deixei Sina dormir mais um pouco, já que ela estava estressada com a faculdade, reta final sempre é assim.
Fui até o banheiro e fiz minhas necessidades, ri com um pensamento que veio a minha mente. Me lembro que Sina uma vez pediu para segurar meu membro enquanto eu mijava e eu neguei a ela, ela estava de tpm e ficou com um bico no rosto até eu ceder.
Lavei minhas mãos e fui para cozinha fazer nosso café. Enquanto preparava o café ouvi Sina gritar furiosa de dentro do quarto, sua voz ia se aproximando.
- PORRA NOAH! QUANTAS VEZES JÁ DISSE PARA VOCÊ BAIXAR A MERDA DA TAMPA DO VASO? - arregalei os olhos - QUE MERDA VIU!
Sai da cozinha e vi a mesma parada no corredor com os braços cruzados e uma expressão raivosa. Fui até ela e segurei seu rosto, mais ele continuou com a expressão brava.
- Desculpa pequena.
- Desculpas uma merda! - Se afastou de mim indo para o quarto.
- Amor que isso, já são os hormônios da gravidez? - disse com um tom brincalhão.
- Gravidez, oras! Grávida está sua mãe, euem - cruzou os braços novamente.
- Ei amor, porque está assim? - na real eu já sabia, só precisava de uma confirmação.
- Porque... porque... porque eu tô assim? - começou a chorar - Amor me desculpa, e-eu não queria ter gritado com você... eu sou uma chata, não sei como você me aguenta.
Fui até ela a pegando no colo e me sentando na cama, fiz um carinho no seu rosto afastando as lágrimas e lhe dei um selinho.
- Tá tudo bem amor. Está de tpm, certo? - ela a assentiu com um bico fofo no rosto - Que tal tomarmos um café, em?
- Por favor, parece que eu não como a séculos - ri com sua fala.
- Então vamos lá!
[...]
Depois que tomamos café Sina ficou mais tranquila, não totalmente. Assistimos um filme e não sei quem chorou mais, Sina ou a moça do filme.
Ela sempre fica assim. Eu quase morro para acompanhar suas mudanças de humor. Uma hora ela está brava, querendo arrancar meu pescoço fora, na outra ela está toda fofa ou carente. Enfim, tpm é uma merda. Eu como homem não aguentaria duas semanas como mulher.
Imagina você sangrar todo mês. Ter mudanças de humor que nem você mesmo entende. Sentir cólica, que deve doer mais que um chute no saco. Entre outras coisas. Parabéns mulheres, vocês são guerreiras.
A companhia tocou e eu me afastei de Sina indo até a porta. Não estava esperando ninguém. Assim que abri a porta vi Sabina e Sofya, minha prima estava com o rosto coberto de lágrimas e Sofya estava normal.
- O que aconteceu Saby?
Ela me ignorou totalmente e entrou indo até minha namorada e a abraçou, e ai as duas ficaram lá chorando. Olhei para minha irmã com o cenho franzido.
- Tpm - respondeu apenas.
- Oh deus, mais uma? - Sofya entrou e se sentou no outro sofá.
Bom, vou usar minha tática de sempre. Chocolate, besteiras em si.
- Quem quer comer besteiras? - perguntei animado.
- Euuu, por favor amor - Sina disse.
- Eu também - Sabina disse.
Sofya se levantou e foi comigo até a cozinha me ajudar a trazer as coisas.
Essa tarde foi sofrida. Duas mulheres de tpm no mesmo local não foi nada fácil.
EU AMEI ESSE CAPÍTULO KAKAKAKAKAKA sla cara
Nós mulheres sofremos viu ✊🏻🤧
Alguma teoria do que o Noah vai fazer pra Sina? Digam-me tudo que eu estou curiosa para ler
Não estou preparada para o final dessa fanfic, não sei ao certo quantos capítulos faltam, mais sei que são poucos e eu já estou chorando 😭
Beijinhos 😑
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🅜︎🅨︎ 🅣︎🅔︎🅐︎🅒︎🅗︎🅔︎🅡︎
Fanfiction᪥onde o namorado de Sina traí a mesma, e ela encontra refugiu em seu professor de português. {Concluída}
