" Pense bem antes de usar qualquer palavra cantra alguém, ela pode ser como uma bala e quando qualquer coisa dita para machucar pode fazer um estrago imenso, pode até matar ,não pela perfuração no cérebro, mas mais pelo trauma gerado".
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
[ 4 anos atrás ▪ casa dos Jeons]
Eu tive um sonho I had a dream
Eu consegui tudo que eu queria I got everything I wanted
Hoje tem um jantar de negócios importante e Jeon Chunghee está estressado, não consegue achar sua gravata nova e está descontando em todos da casa, principalmente em minha mãe que chora na cozinha. Eu não tenho dúvidas que ele bateu nela apenas por conta de uma gravata, para mim, não tem alguém que consegue alcançar o seu senso de ridículo. Eu não posso dizer nada, posso levar qualquer coisa também.
Estou arrumado e sentado na sala quando vejo meu pai descer a escada com a sua gravata tão desejada, ela é feia, é a gravata mais feia que já vi. Ele vem em minha direção e segura com força meu braço.
– Se comporte, qualquer coisinha errada que fizer iremos resolver depois. – Diz, ameaçador.
Com a cabeça, eu apenas concordo.
Ele vai para a cozinha e a campainha toca, eu corro para atender e encontro todos os sócios e no meio deles, meu tio.
– Podem entrar. – Abro passagem e todos entram.
Todos entram e eu os guio para a cozinha, todos sentam na mesa e eu sento ali também.
Não sou muito chegado a meu tio, então não lhe digo nenhuma palavra.
Minutos depois o jantar começa, meu pai, como sempre, se acha e fala de toda sua empresa e os princípios ridículos.
– Esta é minha amada família. – Cita, aleatoriamente. – Minha esposa, meu filho mais velho e herdeiro das empresas Jeon’s. – Diz falsamente apontando para os citados. – E meu filho mais novo, Jungkook, futuro médico. – Não nego, mas também não concordo.
Eu odeio tudo isso, não tenho mais esperança em nada, se algum dia meu pai me aceitar e aceitar o que eu quero, mudarei meu nome para o mais ridículo do mundo.
– Um médico? – Pergunta o francês, o qual meu pai quer impressionar.