Marinette é uma garota meiga, gentil e sorridente, mas que carrega dores profundas, e luta dia após dia para manter sua dor escpndida dentro da parte mais obscura do seu ser. Se acha incapaz de falar sobre suas dores e sentimentos, então para transm...
Naquele mesmo dia, a cirurgia e o tratamento de Sabine haviam sido arranjados e preparados. Após convencer Alya e Juleka de que estaria bem sozinha, Marinette arrumou suas coisas e entrou no carro de Nathaniel, que a aguardava em frente a sua casa. Levou apenas uma mala com o essencial, já que seu pai insistiu de que ela já teria roupas em seu quarto. O caminho foi silencioso, e a todo momento, Nathaniel olhava pelo retrovisor. Marinette estava sempre com o semblante abatido, apesar de erguer um sorriso diante das pessoas. Seu olhar parecia cansado, e sem vida. Era como se toda a alegria que havia ficado após a morte do Luka, tivesse sido arrancada a força, a deixando sem uma unica gota de alegria e felicidade.
Na mansão Dupain, ela foi recebida pelo mordomo e levada até seu quarto. Aquele gigantesco quarto lhe parecia tão solitário quanto sua pequena casa vazia. Tudo ainda estava no mesmo lugar desde o dia que havia partido com sua mãe, para a antiga casa da família Chang.
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Nathaniel entrou no quarto e colocou a mala proxima a um dos sofás. Marinette continuou olhando para seu quarto, sem se mover.
-Mari...quer que eu pegue um chá para você na cozinha? - questionou Nathaniel.
-Não precisa. - ela forçou um sorriso sem olhar para ele - Vou arrumar as minhas coisas e dormir um pouco.
-Tudo bem. - ele seguiu para a saida, mas antes de sair ele parou - Eu não sei o motivo por ter voltado. Mas quero que saiba...que eu vou sempre estar do seu lado, para o que precisar. E...seu pai não pode decidir o seu futuro. Ninguém pode.
Ele saiu do quarto e fechou a porta a deixando sozinha.
-Meu destino não é mais meu. - disse ela ao vento.
-Não é seu porque você não quer. Porquê desistiu dele. - disse a voz de Luka.
Ao olhar para o lado o encontrou sentado em um dos sofás.
-Você voltou. - disse Marinette com desanimo.
-Você costumava sorrir e me abraçar quando me via. - disse ele.
-Não estou no clima para sorrir, e acredito que te abraçar não seja algo que eu possa fazer.