Capítulo Quinze - Vamos.

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Carla ficou paralisada quando viu um tanque de guerra vindo até a sua colônia e várias pessoas atacando pessoas de seu lar e ela escutava uma voz no fundo e começou a escutar ela e era um dos gêmeos.

— Senhora ?? O que vamos fazer ?...

— Gael - Gritou Carla.

Gael era um dos gêmeos que logo olhou pra ela.

— Fique aqui com eles - Ela encarou Lucas, Steve e Ana - Gil , você vem comigo.

Gil era o outro gêmeo que era Gilberto mas foi apelidado.

— Sério isso ? - Exclamou Lucas.

— Podemos ajudar - Disse Steve.

— Não posso confiar em vocês , Gael olhe eles e se eles fizeram qualquer coisa , você já sabe.

— Certo.

Carla entrou na sua sala rápida e saiu com uma metralhadora e quando ela saiu Gael e com os outros três fecharam a casa e ficaram vendo na janela a batalha.

Ela viu que todos os inimigos estavam na sua colônia e ela então ouviu.

— Matem as todo homem que vocês considerar fraco e peguem todas as mulheres.

— E as crianças ?.

— Vocês decidem se podem ser úteis ou não .

Carla escutou isso ficou irada e só olhou pra frente e atirou na cabeça de um homem e logo em seguida em outro e deixou o homem que dava as ordem vivo, ela tinha planos pra ele, era um homem alto barbado de meia idade mas bastante forte.

Seus olhos se encararam , ele sorriu e via que ela estava com sangue no olho de ódio, ela ordenou Gil ajudar os outros, e ele seguiu.

Quando viram que ela atirou em dois homens os outros logo cercaram ela e foi que ouviram uma voz gritando.

— Ela é minha !!!.

Todos se afastaram.

— Se alguém interferir eu mesmo mato.

Todos os outros saíram do caminho.

Ela mirou na cabeça dele e via ele erguer as mãos. Ela fez uma expressão de dúvida.

— Venha lutar com os punhos.

— Porque acha que irei obedecer ?.

— Da pra ver em seus olhos. Você quer uma luta de verdade.

Ela largou a arma.

— Então venha !!!.

Enquanto isso....

Lucas, Steve e Ana dentro da sala com o Gael.

— Deixa a gente ajudar - Disse Lucas.

— Não posso , ela mandou.

— O seu povo tá morrendo e você com essa pirraça - Disse Steve.

Ele olhava pela janela e via que era verdade e ficava apreensivo.

Lucas chegava perto dele.

— Deixe a gente ajudar, se a gente tiver certo esse é o grupo que estávamos procurando - Disse Lucas andando por um lado e por outro e segurando Gael pelo ombro e o encarar - Se vocês perderem , vocês terão um destino pior que a morte.

Gael engoliu seco.

— Jovem, deixe a gente ajudar - Disse Steve.

Gael encarava os dois e assentiu que sim e foi pra sala e deu pra cada um uma arma.

— Opa opa , eu não - Disse Ana apreensiva - Eu não consigo.

— Ana !!! - Disse Steve - Você é forte e fique atrás de mim, eu serei seu escudo.

Ana olhava pra Steve e o abraçava.

Gael abria a porta da casa e logo foi surpreendido por soco de um homem inimigo mas Ana atirou bem na cabeça dele.

— Boa Ana - Disse Lucas sorrindo e saindo da casa e via Carla — Vocês vão ajudar o resto.

— Certo - Disse os três.

De volta a luta de Carla...

O homem dava um soco nela que a fez cair no chão e ele se deitou em cima dela.

— Você é uma delícia - Disse ele beijando ela no rosto - Irei me divertir com você.

— Porco - Disse Carla dando um joelhada no meio das pernas dele o fazendo ficar frágil que o fez sair de cima dela, ela se ergueu e viu ele também ficar de pé e partir pra cima dela e dando um soco no rosto dela mas em um modo rápido desviou e pegou o seu pulso e logo depois colocou a sua perna entre a dele e o fazendo cair com um golpe de judô e o logo depois um mata leão nele.

— Não vou te matar - Disse ela apertando - Só farei você desmaiar , mas logo depois que acordar garanto que você irá preferir ter morrido - Quando ela terminou de falar sentiu algo furando a sua coxa e o soltou e viu que era uma faca que ele perfurou ela.

— Seu traiçoeiro.

— Sou - Disse ele pegando a arma - Não vou querer me divertir com você , Adeus - Quando ele terminou foi atingindo por uma bala na coxa e logo depois outra na outra coxa e o fez cair e quando ela olhou pra frente via Lucas ficar na frente dela.

Ambos se encararam, ele deu a mão pra ela sorrindo ela também sorriu levemente e aceitou a ajuda.

— Bem na hora bonitão, mas irei matar o Gael.

— Sorte sua que ele não obedeceu você.

Eles viam a luta e se via que eles estavam ganhando até que viram uma enorme explosão e olharam pro lado e eles fizeram expressões de desespero.

— Quase esquecemos disso.

— O tanque.

Sobreviver a qualquer custo.( CONCLUÍDO )Onde histórias criam vida. Descubra agora