Capítulo Vinte e Oito - Cuidados.

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Os três saiam da sala e já viram Darla caindo no chão chorando e sem forças.

— Tentei manter forte na frente dele ao máximo.

— Entendemos.

— Carla , leva ela pra Otávia.

— Certo bonitão - Disse ela levando Darla até Otávia.

Lucas seguia até a sua sala e sentava na cadeira e respirou bastante fundo e parecia que estava sentido uma montanha em suas costas e quando olhou pra frente via Maria com Sofia no braço.

— Oi querido.

— Oi amor.

— Estão bem ?.

— Eu estou , e você Sofia ? - Disse Maria olhando pra ela e dava um sorriso enorme.

— Mostra pra ele o golpe que te ensinei pra ele.

Elas duas chegaram até ele e Maria colocou Sofia e ela ficava de pé e olhou pra Lucas e fez o golpe dos dedos nós olhos de Lucas pra ele desviou logo.

— Opa, opa.

Sofia olhava fixamente pra Lucas e logo depois sorria. Maria foi pra atrás dele e começou a fazer uma massagem nele.

— Você tá tenso...

— Sim, tudo indica que iremos atacar...

— Sério ?.

— Sim. Acredito que essas pessoas são são gente que sabe ? Barganhe.

— Barganhe ?.

— Nunca assistiu doutor estranho ?.

— Não curto Muito filmes de heróis sabe.

— Nossaaaaa.... Como posso dizer ?? Negociar sabe ?.

— Entendi... Acredito que isso não se deve falar na frente dela ! Acha ?. - Perguntou Maria olhando pra Sofia e ela percebendo que era com ela fez uma cara de raiva.

— Que houve pequena ? - Perguntou Lucas.

— Já sou grande o suficiente - Disse ela se levantando na mesa - Cresci eu acho....

— É claro que cresceu - Disse Lucas pegando ela e colocando no ombro - Mas ainda é minha pequena , entendeu ?.

— Entendi sim pa... - Ela ia falar algo mas parou de falar.

Lucas percebeu e sorriu um pouco. Steve chegou na sala chamando o Lucas.

— Oi Steve ! Que houve ?.

— Muitos zumbis ao redor...

— Sério porque eu? Gael ? Gil ? Cadê eles ?.

— Eles dois estão com o prisinio... E os outros são medrosos ainda pra enfrentar zumbis - disse Steve colocando a mão no rosto - E só de pensar que estamos quase entrando em guerra com outro grupo isso me dá calafrios.

— É... - Disse Lucas colocando a Sofia na mesa e dando um beijo em Maria - Volto já.

— Certo querido.

Lucas foi com Steve pra fora da colônia com duas armas simples e cada um com um facão e já se via uns 13 zumbis.

— Acha que um pode ser daqueles ?.

— Não sei...

— Aquele ali olha - Disse Steve apontando , Lucas pode ver um zumbi com uma marca no braço. As vacinas depois de aplicadas tinham deixado um círculo vermelho médio nós braços das pessoas.

— Aquele ali pode se forte.

— Sim , cuidado com ele , os outros acerte com o facão , certo Steve ?.

— Entendido.

Eles conseguiram matar zumbis com facilidade e o zumbi que tinha a marca da vacina eles olharam pra ele fixamente e deu um golpe de machado e o golpe só ficou pela metade na cabeça do zumbi, o matando , mas mesmo assim foi preciso um golpe bastante forte de Steve.

— Temos que ter cuidado com esses vacinados, imagina se tiver vários e vários deles ? De uma vez só.

— Sim.

Quando eles terminaram de falar escutaram uma tiro na colônia e um grito.

Lucas foi correndo pra colônia e mandou Steve fechar o portão e foi seguindo e escutou de um dos moradores que foi na casa do líder e no lado dele chegou Carla preocupada.

— Escutei , vamos Lucas.

Eles correram e escutaram uns gemidos na direção da sala onde estava o homem e quando foram até lá viram Gael com um pedaço pequeno de madeira no braço e Gil caído com um pequeno pedaço de madeira também na perna e quando eles viram pra sala a cadeira quebrada.

— Aquele maldito - Disse Carla e quando viu Lucas ele estava pálido.

— Maria, Sofia - Ele correu até a sala do líder e viu Maria caída desmaiada - Querida !! - Ela acordava e já gritava pra Lucas.

— Ele pegou a Sofia !!.

— Aquele maldito - Disse Lucas dando um chute na mesa.

— Calma Lucas , ele não tem como sair - Disse Carla.

Ele olhava pra Maria e Carla ficou com expressão de dúvida.

— Tem ?.

Eles foram até o lugar onde Vivian saiu e viram o quadro quebrado.

— Aquele maldito teve essa cagada - Disse Carla e quando olhou pra Lucas ele estava com uma expressão de ódio que nem mesmo uma multidão seria capaz de parar ele.

— Lucas... - Disse Maria.

Ele olhava pra atrás pra vê-la.

— Pegue nossa filha de volta e mate aquele desgraçado.

— Sim.

Sobreviver a qualquer custo.( CONCLUÍDO )Onde histórias criam vida. Descubra agora