Darla acorda ainda sonolenta e tonta , se lembrava de tudo que aconteceu com a clara e se sentava na cama e respirou fundo.
— É... Ela tá certa... Ele de qualquer forma é uma herói.
— Tá bem ?.
Darla olhava e via uma mulher.
— Sim, um pouco tonta.
— Normal, assim... Me chamo Otávia , sou a médica daqui , prazer ! Darla não é ?.
— Sim...
Clara e Ana entravam na sala e Clara estavam mancando.
Darla olhava pra ela e via que ela não tinha uma parte da perna.
— Ohhh Otávia, que tal devolver a minha perna ? Quero andar pow.
— Desculpe - Disse Otávia só colocando a mão na testa de Otávia pra ver se ela estava com febre e depois foi até Clara.
Ela viu o procedimento todo.
— Onde está Carla ?.
— Meio ocupada com Lucas.
Ela fazia uma expressão de dúvida.
— Não é isso que imagina - Dizia Ana sorrindo - Ela tá com ela pra resolver um negócio.
— Negócio ?
— Interrogatório ! Melhor dizer assim Ana - Disse Clara.
— Verdade.
— Interrogatório ?.
Ana e Clara se olhavam.
— Interrogando um homem que eles capturaram... Do renascimento.
Darla ficava em pé assustada.
— Calma, ele está preso e também está com a Carla , ela é barra pesada.
Enquanto isso com Carla e Lucas...
O homem caia no chão cheio de sangue e com uma mordaça na boca pra não fazer morder a língua, ele olhava pra frente e via Carla estrelando os dedos e tirando a mordaça da boca dele.
— Eai baby, me conte - Disse ela sorrindo - Tudo.
— Pelo que eu escutei dos seguranças , acho que você sabe algumas coisas.
Carla olhava pro Lucas e ia até ele.
— Gil e Gael - Disse Lucas na frente da porta e fazendo uma careta de " eu avisei ".
— Aqueles dois vão se ver comigo quando eu sair daqui.
O homem gargalhava.
— Porque está rindo seu bosta !! - Disse Carla dando um chute na barriga do homem.
— Se vocês forem pra lá , vocês todos iram morrer seus idiotas !.
— Você não sabe o poderio militar de nós.
— Eu posso até não saber, mas não é maior que o nosso, isso eu tenho certeza.
— Seu idiota.
— E pode ter certeza ! Que quando isso acontecer , eu mesmo irei te matar sua mulher , mas antes disso irei me divertir bastante com você !!.
Carla olhava com ódio pra ele e o chutava várias e várias vezes.
A porta era batida e Lucas abria. Era Darla, ele logo ia pra fora da sala e fechava a porta.
— O que está fazendo aqui ? Eita , sinto muito - Dizia ele pois tinha tocado dela sem querer.
— Não tem problema , sinto muito por antes , posso entrar ?.
— Bem...
— Eu sei quem está aí.
— Certeza mesmo ? Que quer entrar ? Pode ser um....
— Eu sei... Quero entrar.
Lucas assentiu e abriu a porta, Darla via um homem amarrado na cadeira e todo cheio de sangue e hematomas.
Ela chegava perto e mais perto e abriu os olhos assustada , conhecia ele. O homem a olhou e também a conhecia.
— Você !!!.
— Então é você , que está aqui , sua vadia... Aquele maldito do Charles soltou você e aquelas malditas !!.
Ela não aguentou e chutou nele bem no rosto tão forte que caiu dois dentes deles.
Ela chorava um pouco , pois não sabia o nome dele ainda. A mãe dela jamais diria a elas o nome do anjo.
Ela continuava a chutar ele e o socar até que Carla a segurou.
— Eu sei que ele merece isso tudo , mas calma.
Darla assentiu e quase tava saindo da sala até que o homem falou algo.
— Eles tem mais 200 homens.
— Aliados ? Ou contando com os escravos.
— Aliados , os escravos jamais ligariam por nós.
— Quantas mulheres ainda ?.
— Acho que umas 50.
— Nome do líder ?.
— Não sei.
— Fale a verdade.
— Eu tô falando, eu não sou um maioral. Só eles sabem quem é o líder e o nome dele. A única coisa que sei ele é implacável e imperdoável.
— Hoje irá receber um pão com queijo , claro ambos estragados.
Ele sorria.
— Mesmo eu falando essas coisas, vocês jamais iram vencer !.
— Vamos ver !.
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Sobreviver a qualquer custo.( CONCLUÍDO )
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