Capítulo Dezoito - Destino.

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Maria estava apresentando o lugar aos novos cidadães a colônia e quando fez isso ela foi diretamente ao hospital da colônia e logo viu Otávia.

— Você achou mesmo ?...

— Sim, tá aqui - Disse ela dando a ela um teste de gravidez.

— Meu deus - Maria pegava o teste e olhava fixamente ao objeto e mordia os lábios.

— Que houve Maria ? Tem medo de algo ?.

— Se eu tiver mesmo ? - Diz ela se sentando e colocando a sua mão no rosto - Essa criança irá viver no inferno , esse mundo não é pra crianças...

— Talvez não... Talvez sim, quem decide isso ? - Diz Otávia indo até ela - Aposto que essa criança se tiver realmente em você será bastante amada e terá dois ótimos pais que é você e Lucas.

Maria sorrir.

— Vá pro banheiro estarei aqui esperando.

Maria foi até o banheiro e ficou lá por alguns minutos.

Otávia ficou esperando e olhou pro lado e via Maria saindo.

— Eai ?.

Enquanto isso Lucas e Carla...

— Opa , opa - Disse Lucas puxando Carla pelo ombro - Sério isso ? Tortura ? É realmente a resposta ?.

— Tem alguma ideia melhor bonitão ? Olha pra esse homem - Diz Carla apontando e Lucas olhando também e vendo ele ainda gemer por causa do dedo quebrado - Pessoas como ele não tagarela tão fácil assim.

— Eu sei, mas - Ele fez uma pausa e uma expressão de dúvida - Tortura ?.

— Se não aguenta o que irá ver - Diz ela virando de costas - Saia da sala e me deixe com ele a sós.

— Eu aguento.

— Qual é o nome da sua colônia ?.

O homem olhou pra cima e fez uma cara fechada.

Carla sorrir.

Ela foi até o outro dedo dele e o quebrou, ele gritou alto.

— Tenho mais 8 tentativas bebê - Diz ela.

— Qual é o nome da sua colônia ?.

Homem olhava a ela ainda com a cara fechada, ela quebrava mais um dedo dele.

— Diga.

Ela quando foi quebrar mais um dedo ele gritou.

— Não , não.

— Fale.

— Colônia renascimento, Renascimento.

Lucas abriu os olhos.

— Como ?.

— Renascimento.

Carla olhou e foi perto dele.

— É essa colônia que você disse que estava a procura ?.

— Sim.

— O que você sabe ?.

— O mesmo de você , só o nome mesmo. Não sei aonde é , nem quantas pessoas tem.

— Inferno.

Eles olhavam pra ele se distorcendo na cadeira de dor.

— Será que ele sabe ? Onde fica.

— Talvez.

— Onde fica a localização ?.

— Não irei dizer , nem se me matar.

— Não iremos te matar baby - Disse Carla indo até ele - Só iremos te fazer sofrer tanto mais tanto que irá preferir a morte - Completou ela tirando a sua blusa e ficando de sutiã na sala e enrolando a sua blusa na mão e socando na barriga do homem e depois o dando um soco e logo depois um chute que o fez cair no chão.

Lucas olhou pra ele no chão e viu algo nele e foi empurrado Carla e tirando a sua própria blusa e colocando em volta da boca do homem que o olhou com ódio.

— Porque fez isso ? Não estava aguentando ver ? Não queria que seu povo ouvisse os gritos dele ?.

— Não, ele ia morder a língua e morrer sufocado - Ele disse olhando pra Carla e a fazendo ficar espantada - Ele ia preferir a morte...

— Esse merdinha - Disse ela cuspindo nele.

— Vamos deixar alguém vendo ele e sair daqui , mais tarde a gente se resolve com ele, certo ?.

— Tá certo.

Eles saíram da sala, que era na casa do líder, quando saíram viram Clara vindo correndo do jeito dela até eles.

— Que houve ?.

— Venham comigo.

Ambos assentiram que sim.

Quando saíram da residência viram moradores de ambas as colônias brigando.

Carla e Lucas se olharam e fora apartar a briga.

— Você pegou bastante comida não acha ? Seu merda.

— Minha colônia foi destruída seu bosta , temos direito de mais comida.

— Essa é a minha colônia !!! Tenho direito de mais.

Carla e Lucas chegaram na hora e apartando.

— Que merda é essa ??.

— Lucas - Diz o homem da colônia dele - Diz pra ele que tenho direito de mais comida.

— Carla, diz pra ele que eu que tenho mais direito a comida.

Os líderes de ambas as colônias se olharam e assentiram que sim e apartaram a briga e mandando os homens pra cada um uma direção e logo depois se reuniram os 4.

— Cada um tem direito de comida igual a cada um.

— Não importa qual colônia é.

— Agora somos a mesma colônia e devemos se ajudar.

— Entenderam ?.

Eles afirmaram que sim, quando eles saíram , Lucas e Carla se olharam e bufaram de preocupação.

— Sabia que isso aconteceria.

— Sim.

Ficaram alguns minutos em silêncio até que Carla abriu os olhos e tendo uma ideia.

— Que houve Carla ?.

— Vamos voltar pra minha colônia.

— Porque ?.

— Temos muita comida lá e acredito que isso não foi destruído ou não totalmente - Diz ela olhando fixamente pra Lucas.

— Será que devemos ?.

— Se a gente não for alguém vai lá e pega o que é da gente.

— Certo.

— Vamos hoje.

— Não ! Já vai anoitecer e é perigoso lá já deve estar cheio de zumbis, amanhã de manhã iremos até lá.

Ela assentiu que sim.

Eles saíram de uma casa e quem estava esperando eles era Maria.

— Amor !.

— Oi querido.

— Irei deixar os bonitões sozinhos - Diz Carla virando e fazendo um coração com as mãos.

— Ela é legal.

— Ohh se é.

Ela abraça Lucas. Ele devolve o abraço e sente algo no bolso dela.

— Que isso ?.

Ela tira do bolso e mostra, ele pega e abri o sorriso imenso.

— Verdade ?.

— Sim... Estou grávida.

Sobreviver a qualquer custo.( CONCLUÍDO )Onde histórias criam vida. Descubra agora