Capítulo Cento e Onze - Verdades sobre tudo, parte 2.

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Margot estava na frente e sendo seguida diretamente por Lucas , Carla.

— Está muito tranquilo... - Dizia Margot. - Acabamos de matar um dos chefões, isso aqui deveria ser um inferno.

Carla colocava a sua mão no ombro dela e um dedo na sua boca em um sinal de expressão de "silêncio".

— Fique alerta e olhe pra frente e nos leve aonde temos que estar.

Margot engolia seco e fazia uma expressão de "sim".

Carla encarava Lucas e pensava no plano dele.

Minutos atrás.

— Ramon e Zeke, vocês vão aonde está o restante do nosso grupo. Eles devem está com o restante do pessoal desse lugar. - Ele encarava a Margot - Qual a possibilidade do pessoal que já está aqui nos ajudar a tomar esse lugar ?.

— Não sei dizer. As pessoas desse lugar, a maioria , já viram o que tem lá fora e todos eles tem medo de voltar pra lá. Por isso fazer uma rebelião com o pessoal que comanda aqui é uma tarefa difícil.

— Certo... - Lucas passava a mão na cabeça - Quanto tempo será que o Zero pode chegar aqui ?.

— Nos demoramos algumas horas pra chegar aqui. Do jeito que o conheço ele chegará com menos tempo. Mas quando ele chegar - Dizia Carla - Ele irá causar uma grande entrada.

— Claro. Bem a cara dele - Lucas respirou fundo - Ramon e Zeke, vão e procurem o nosso pessoal e reúnem eles e tentem procurar quantas pessoas que queiram ajudar e fiquem em alerta pra ajudar.

— Quando saberemos que temos que ajudar ?.

— Vocês vão saber. Só esperem - Carla fala e sorria pro Lucas - Enquanto isso eu , o bonitão e a Doutora duas caras aqui iremos atrás do vovozinho do bonitão e salvar a princesa. Certo ?.

Ramon e Zeke sinalizaram que sim.

Todos se olhavam pela uma "última vez" e se separavam.

Carla , Lucas e Margot. Atual.

— Será que eles vão conseguir ? - Perguntava Lucas, eles três ficavam colados em uma parede e viam uns 5 soldados correndo e falando algo que eles não entendiam.

— Porque tá perguntando isso ? Foi você que fez o plano - Perguntava de volta Carla. Eles seguiam o caminho.

— Eu sei. Mas, o pessoal sentiu um gosto de paz aqui e...

— Tá sentindo que eles não iram ajudar, né ? Elas iram se lembrar de tudo aquilo que você fez por todos eles. Fique calmo, todos iram reconhecer o seu valor e todos iram ajudar.

— Eu espero.

— Chegamos - Dizia Margot.

Eles paravam atrás de uma árvore. Era um lugar aberto, as vezes eles esqueciam que estavam em uma ilha enorme. Lucas olhava e via um complexo enorme.

— Mas aqui é o lugar onde fizemos exames ? Não é?.

Ele falava isso porque parecia apenas um galpão. Era grande em altura e largura e com apenas um portão grande. Não tinha janelas nem nada.

— O laboratório onde ocorre tudo está no meio desse galpão e pra chegar até lá precisa de várias credenciais.

— E o que iremos fazer pra chegar até lá ?.

— Eu tenho todas as credenciais.

— E o bonitão e eu ? - Perguntava Carla.

— Ele é neto dele e você é filha do sócio dele. Talvez vocês tenham um certo privilégio.

Sobreviver a qualquer custo.( CONCLUÍDO )Onde histórias criam vida. Descubra agora