Capítulo Quarenta - Clara e Ana , Parte 3.

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3 anos depois.... Ambas com 20 anos pra 21. O dia.

Clara estava em um ônibus.

" Que dia chato , queria uma animação, tomara que esse emprego dê certo " Disse ela olhando pro celular. Derrepente o ônibus parou.

— Mas que porra é essa ? - Ela olhou pra fora do ônibus e via muitas pessoas correndo e alguns soldados - Soldados ? Que merda está acontecendo ? Terrorismo ? Será ? - E foi que ela escutou algo.

— O senhor morreu !!.

" Mas que porra tá acontecendo ???? ".

Derrepente o senhor que morreu se levantou e mordeu o pescoço da mulher arrancando o seu couro e a fazendo gritar e logo ela caia e logo em seguida ela se levantava e atacava outra pessoa.

" Eu vou vazar daqui ! " Disse Clara quebrando a janela do ônibus e caindo no chão e escutando um soldado gritar.

— Pode matar jovem, ele já morreu !!.

" Que ? Pessoas tão voltando a vida ? Que merda é essa ?. ".

Ela saiu correndo e olhou pro lado e viu uma moto caída e com a chave.

" Será roubo ? " " Fodasse " Pensou ele pegando a moto e saindo com ela.

" Tomara que a Ana esteja bem... "

Enquanto isso com a Ana...

Ela estava na casa dela com o pai.

— Pai !.

— Oi filha.

— Quando você tomara a vacina ?.

— Amanhã minha querida.

— O senhor não era ... eeeehh.. tipo privilégio sabe ?.

— Sim eu era , mas eu peguei uma gripe tremenda antes de tomar aí me disseram pra não tomar a vacina por causa disso.

— Ahh, sim.

E foi que eles escutaram gritos fora de casa.

— Que isso ?.

— Fique aqui Ana.

— Certo.

Ele saia da casa e via pessoas comendo outras pessoas.

— Mas que desgraça é essa ?.

Ana ficava ao lado dele e logo abria os olhos perplexa.

— Que isso meudeus ??.

Eles fecharam a porta e colocaram um móvel na frente dela e logo ligaram a tv.

— A vacina teve um efeito colateral, as pessoas estão morrendo e voltando a atacando, não sejam mordidos , voltaremos pra mais informações.

Ana chorava e o pai abraçava.

— Pai !! Que bom que o senhor não tomou.

— Sim...

Uns minutos a porta era batida.

— Meudeus...

— Sou eu Ana , a Clara.

— Pai!!!.

— Tá.

Ele tirava o móvel e abria a porta e ela corria até a Ana e abraçava.

— Que bom que você está bem.

— Digo o mesmo.

O pai de Ana olhava suspeitando mas logo fechava a porta.

Sobreviver a qualquer custo.( CONCLUÍDO )Onde histórias criam vida. Descubra agora