Capítulo Vinte e Quatro - Aliança ?.

87 50 36
                                        

Darla e Carla ficaram na casa durante o dia todo e durante a noite que logo depois foram dormir e quando acordaram e tomaram café da manhã logo se arrumaram pra ir a colônia de Carla pra fazer planos e fizeram isso nas escondidas e quando foram ir embora na frente da saída da colônia estava Joana junto com mais 5 pra 10 mulheres todas armadas.

— Mãe...

— Darla...

" Agora a merda vai feder " Pensou Carla.

— Acho que você esqueceu o comunicador ligado e eu ouvir todo o seu plano de fulga junto com a Carla.

— Porque não impediu a gente logo ontem ?.

— Ontem seria trabalhoso e também seria bem repentino.

— Sempre pensando na frente, né mãe ?.

— Pra nossa segurança.

— Segurança mãe ? Isso não é segurança isso é só apenas medo e covardia de nós.

— Darla, fale direito comigo, sou sua mãe.

— Eu sei mãe ,mas todo dia que estamos aqui vivo pensando e tendo pesadelos com as mulheres que ainda vivem lá , naquele inferno - Disse Darla indo até às mulheres que estavam presentes com a mãe dela e completou - Vocês ainda tem pesadelos ? Dos tempos que vivíamos lá ?.

As mulheres se olhavam e assentiram um sim.

— Eu sei que vocês sentem ódio deles e pena das mulheres que ainda estão lá , vocês não sentem que podiam fazer algo ? Algo a mais ? Tentar salvar elas ?.

— Se a gente for e não conseguir salvar elas ? Se a gente morrer ? Se a gente for capturadas de novo Darla !! - Disse Joana.

— Eu sei mãe , tem essa possibilidade, mas eu prefiro arriscar e tentar algo do que viver como covardes.

Joana olhava pra Darla fixamente.

— Temos uma chance com a colônia dela ! Temos essa oportunidade e essa chance - Disse Darla indo pra Carla e colocando sua mão no seu ombro e apontando pra ela - Você ouviu ontem mãe , ela deu a palavra dela que eles tem poderio militar pra vencer eles e libertar as pessoas que precisam de nossa ajuda !.

Darla ia até sua mãe e colocava as suas mãos nos ombros dela.

— Por favor mãe, temos que tentar e ajudar essas pessoas e salvar as filhas daquele homem que nos salvou , Confie nela e principalmente confie em mim mãe.

— Darla...

— Mãe ! Confie em mim...

Darla olhava pra sua filha e sentia a sua energia e sua vontade e sua cede de vingança.

— Certo...

Darla sorria e olhava pra Carla que também sorria.

— Você pode ir e veja se eles realmente tem esse poderio militar.

— Pode confiar em mim Joana - Disse Carla falando e indo até ela.

— Certo.

— Precisamos de um carro, é longe de mais pra ir a pé.

— Arrumaremos um pra vocês.

Demorou 30 minutos e elas estavam na pista onde Carla se separou de Lucas e já via duas mulheres trazendo um carro.

Ela entrou nele junto com Darla e as duas estavam bem armadas pra qualquer coisa fosse fora dos planos.

— Carla... - Disse Joana e vendo Carla olhando pra ela também - Cuide de minha filha , ela é meu tesouro.

— Pode deixar comigo dona , eu irei.

Joana assentiu que sim e via Carla acelerar o carro e partir.

Enquanto isso Lucas e os demais...

Lucas acordava sentindo algo nas suas costas e o apertando e teve um arrepio e quando virou recebeu um abraço enorme , era Sofia.

— Oi pequena...

— Oi - Disse ela se sentando em sua barriga e sorrindo.

— Como você tá ?.

— Eu tô bemmmm - Disse Sofia se deitando novamente no peito de Lucas - Mas ainda tô com sono.

Lucas olhava pro relógio e via que era 10:00.

— Eita , dormi de mais - Disse ele e quando viu porta do quarto se abrir e sorri porque era Maria entrando.

— Deixei você dormir um pouco mais querido , eu resolvi as pendências aqui já.

Lucas respirou fundo e relaxou e abraçava Sofia e olhava pra Maria que estava lhe dando um pedaço de pão e quando ele mordeu fez uma careta.

— Nossa senhora , que horrível.

— Fui eu que fiz - Disse Maria chateada.

Lucas engoliu seco.

— Quer dizer , tá um gosto diferente , exótico sabe ? Da pra se acostumar.

Maria olhava e gargalhava de rir e Lucas também sorria, Maria se deitava também e pegava Sofia e colocava no meio deles e começaram a brincar com ela.

— Quantos anos você tem pequena ?.

Sofia contava os dedos e passou uns 30 segundos pensando.

— 9 ? Não sei - Disse ela sorrindo.

Lucas sorria junto com Maria.

Clara chegava no quarto lentamente e com os olhos fechados.

— Todo mundo vestido ?.

— Deixe disso Clara - Disse Maria.

Clara sorria e se encostava na porta.

— Óia Chefinho.

Lucas olhava pra ela.

— Carla chegou.

Lucas logo se levantou e pegando Sofia e a colocando no braço. Quando ele estava a sair Clara disse a ele.

— Ela veio com um mulher.

— Veio mesmo ? Vamos ver quem é essa aí.

Lucas saia com Maria e Clara e com Sofia nos ombros e logo via o portão se fechando e um carro na frente e Carla saindo e junto com uma mulher que ele reconhecia , era uma das que encurralaram eles. Lucas pegou Sofia e a colocou no chão que logo fez ela ficar com uma cara feia mas logo depois Maria a pegou. Lucas andava e logo Carla o viu que os dois se abraçavam.

— Cuidou das coisas aqui sem mim ? Ein bonitão ?.

— Claro que cuidei.

Eles se olhavam e assentiram um sim , todos sentiam ali uma aura de confia que existia entre os dois e logo Lucas olhou pro lado e viu a mulher que saia do carro e que tinha o olhar de todos da colônia.

— Tem alguém aí ? Pra apresentar ?.

— Assim, essa é Darla , ela é a filha da líder das mulheres que a gente encontrou.

— Que encurralaram a gente você quiz dizer..

— Sim.

Lucas foi até a Darla para a cumprimentaram mas ela fez um movimento de um tapa na mão de lugar que fez Steve , Gael e Gil erguerem a arma pra ela.

— Opa ,opa ,opa pessoal , calma aí - Disse Carla ficando na frente dela.

Lucas olhava pra Carla.

— Temos muito o que conversar Lucas.

Sobreviver a qualquer custo.( CONCLUÍDO )Onde histórias criam vida. Descubra agora