Capítulo 13 parte 2

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            Neal e Rachel seguiram para a casa num abraço natural. Ele havia passado por momentos difíceis nas mãos de Thomas Carter, mas, no fundo, e talvez nem tão fundo assim, sempre teve a certeza de como e pelas mãos de quem aquele sequestro terminaria. Rachel não era mulher de desistir. E jamais o abandonaria. Essa segurança era uma sensação boa. Ter alguém com quer contar independente da situação. Neal sorria sem perceber e apertava a mão da esposa mais firmemente.

             - Porque tem esse sorriso bobo no seu rosto, Neal Caffrey?

            - Enquanto você falava com Diana, Peter me deu um resumo dos últimos dois dias. Eu preciso reconhecer que gostoso saber do que a minha mulher é capaz para me defender. – Neal voltou a beijá-la e acariciar os cabelos avermelhados com uma das mãos. A outra estava presa fortemente em sua cintura. – Foi bom brincar de ‘tiro ao alvo’?

            - Foi...relaxante poder extravasar minha raiva em James. Ele me chamou demônia. Pode acreditar?!

            - Não. Ele está errado. Você é uma mulher fantástica e da qual eu nunca vou me separar. Nunca outra mulher poderá me dar o que você oferece.

            - É bom saber. Porque se você deixar outra tocar no que é meu...eu posso brincar de tiro ao alvo nesse seu lindo corpinho e eu não ia gostar de vê-lo ferido, querido! – Era brincadeira, mas tinha um fundo de verdade. – Fiquei com medo de atirarem em você. Thomas é louco.

            - Ele tentou. Fui salvo pela minha escultura. – Ele desejava esquecer aquilo tudo. – Além disso, você já me deu um tiro uma vez, Senhora Caffrey.

            - Sim. Mas você estava querendo me prender. Então foi merecido. Além do que, sou sua esposa. Eu posso!

             Quando chegaram em casa, tudo o que desejavam era ter alguns poucos momentos em família. Neal foi abraçado por June e recebeu os cumprimentos de Mozz. As crianças, graças aos amigos, estavam bem e já na cama, adormecidas.

             - Eu li para George enquanto June deu mamadeira para Helen. Eles devem dormir até amanhã cedo. Então boa noite. – Mozzie saiu em retirada.

            - É, Senhor Caffrey, acho que agora você é todo meu! – Rachel disse fechando a porta atrás de si.

            - E se eu estiver cansado demais amor? – Neal a provocou. – Você se importaria se deixássemos para amanhã de manhã?

            - Deixar o que para amanhã? Sexo? Você me jogar nesse tapete e me amar por horas? Sim, Neal, eu me importo. É agora. E você não vai se arrepender.

             Depois de meses presa e hospitalizada, finalmente tinha Neal e o resguardo havia acabado. Pretendei esbaldar-se naquele corpo que era só seu. Eles arrancaram as roupas um do outro. Não era apenas desejo, tratava-se de um encontro carnal, mas cheio de sentimento. Ela chegou perto de perdê-lo. Isso acrescentava mais fome à sua imensa vontade de comer. De devorá-lo.

             - Essa sua bunda firme é deliciosa, Neal. Gostosa mesmo. – Rachel disse apertando o marido. – É por ela que a mulheres se viram para olhar por onde você passa.

             - Pensei que fossem os meus olhos. – Ele já arrancava seu sutiã e deliciava-se com os seios, fartos pela amamentação.

            - Não. É a bunda. Mulher gosta de homem com bunda bonita. E a sua é demais!

             Alguns diriam que ela estava ‘subindo pelas paredes’. E estariam certos. Foram meses demais sem seu homem para deliciar-se nele como quem saboreia um vinho fino e delicado. Estava voraz e dispensando a finesse e elegância habitual de Neal Caffrey.

Diaba Ruiva: Passado ReveladoLa tua prossima ossessione. Scoprilo ora