Apelidos

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Assenti com a cabeça, confirmando sem hesitar. Jungkook sorriu, entrelaçou nossos dedos e começou a me puxar pela multidão, abrindo caminho em direção à saída. No trajeto, avistei Clara de longe através do jogo de luzes; ela percebeu meu movimento e acenou de volta com um sorriso cúmplice no rosto.

Entramos no carro dele e, logo em seguida deu partida. Embora mantivesse os olhos atentos à estrada, ele desviava o olhar para mim de vez em quando, exibindo um sorriso ladino de puro contentamento. Em um desses momentos, ele estendeu a mão livre, pousou-a sobre a minha coxa e deu um aperto firme.

— Pare de se distrair, Jungkook — alertei, embora sentisse um arrepio com o toque. — Preste atenção no caminho.

— Não me chame de Jungkook fora do trabalho — rebateu ele, sem desviar os olhos do para-brisa. — Não gosto.

— Devo te chamar de quê, então?

— JK.

— Hum... Até que eu gostei — comentei, saboreando a sonoridade das letras.

— Vou arrumar um apelido para você também — ele continuou, sorrindo largo enquanto olhava para a frente. — Ainda não sei qual, mas vou.

— Você escolheu o seu, por que eu não posso escolher o meu? — protestei, me divertindo com a situação.

— Porque eu faço questão de escolher. Tem que ser um apelido que só eu saiba. Não quero mais ninguém te chamando do mesmo jeito que eu.

— E por acaso "JK" é exclusivo meu?

— Ah... Não tinha pensado nisso — ele admitiu, soltando uma risada curta. — Meus amigos mais próximos me chamam assim.

— Pois então eu vou escolher um só meu para você também.

Assim que terminei de falar, ele manobrou e estacionou.

— Chegamos.

Descemos do carro. Jungkook veio até o meu lado, segurou minha mão e me conduziu até a entrada. Assim que cruzamos a porta, fiquei impressionada: o lugar era lindo, com uma decoração clean, elegante e cheia de estilo, sem exageros.

— Sabe... — Jungkook quebrou o silêncio, virando-se para mim. — Estava pensando aqui, se não for muita ousadia da minha parte... Nós bem que poderíamos nos ver sem depender de baladas. Poderíamos marcar de nos encontrar sempre que quisermos. O que acha?

— Eu acho uma tremenda ousadia da sua parte — respondi, rindo baixo enquanto encurtava a distância entre nós e espalmava as mãos no peito dele, por cima do tecido da camisa. — Mas eu gostei da ideia. Só que... como vai funcionar? Vamos ter que estabelecer algumas regras?

— Vamos pensar nisso depois — ele sussurrou.

Seus olhos cravaram-se nos meus, e senti meu corpo todo se arrepiar quando vi seu olhar descer lentamente por minhas curvas, detendo-se nos meus seios. Umedeci os lábios, entregando-me ao momento. Levei minhas mãos até a barra da camisa dele, puxei-a para cima, livrando-o da peça, e a joguei no chão. Deslizei as palmas pelo peito dele, descendo pelo abdômen e sentindo cada músculo definido sob a minha pele.

Jungkook segurou firme nas minhas coxas e me impulsionou para cima. Enrosquei minhas pernas ao redor de sua cintura, encaixando nossos corpos com perfeição. Sem romper o contato visual, ele começou a caminhar comigo em direção ao quarto.

Ele nos deitou na cama com cuidado, posicionando-se sobre mim. Levei as mãos ao seu rosto, acariciando sua pele antes de enterrar os dedos em seus cabelos, colando nossos lábios em um beijo urgente. Sem quebrar o contato das nossas bocas, as mãos dele começaram a trabalhar na minha roupa. Afastei-me o suficiente apenas para que ele levantasse o meu vestido, tirando-o e lançando-o para longe, seguido rapidamente pelo meu sutiã.

Minha BunnyHistórias para pegar e não largar. Descubra agora