— Quanta coisa. — foi a primeira coisa que Rafaella disse quando o viu.
Gabriel bufou.
— É bem pouca coisa se comparado com as suas.
Ela olhou para ele indignado.
— Vamos descarregar isso, vai. — ela disse, puxando as sacolas e malas de cima do carro.
Ele riu e começou a descarregar as coisas.
— Essa casa é muito grande para mim. — ele fez uma careta. — Vou viver na sua casa e ficar importunando a Monique.
— Ela não aguenta mais você. — ela riu.
Gabriel apenas soltou um grunhido e entrou dentro da casa.
Rafaella o seguiu.
Ele caminhou até às escadas e subiu.
Ela o seguiu.
O lugar onde estavam indo provavelmente era o quarto dele, visto que as coisas que ambos levavam pareciam ser roupas e objetos de decoração.
— Você vai colocar os seus livros aqui? — ela perguntou, apontando para as tábuas brancas, escoradas na parede.
— Sim. — ele afirmou. — A minha escrivaninha vai ficar embaixo das prateleiras. A outra vai ficar daquele lado. — apontou para um canto vazio perto da porta.
Ela largou as coisas em cima da cama dele.
— Vai ficar bem bonito. — ela elogiou. — O guarda-roupa que você comprou vai ficar naquele espaço vazio, né? — ele concordou. — Vai ficar MUITO bonito, então.
Rafaella observou o resto do quarto.
— Você podia pegar um daquele cômodos vazios e fazer um lugar de estudo e leitura lá. — ela disse. — O seu quarto tem que ser um lugar confortável e, por mais que os livros sejam um dos seus confortos, você poderia deixar um lugar só para isso.
Ele considerou.
— Não é uma má ideia mesmo. — disse. — Só que você vai ter que me ajudar a arrastar todas as coisas para um dos quartos.
— Onde você colocou as caixas de livros? — ela perguntou.
— Está na sala. As escrivaninhas também. — acrescentou, vendo que ela iria perguntar.
— Certo. — Rafaella colocou as mãos na cintura. — Sabe aquele quarto que você achou muito "aberto" para o sol? — perguntou. — Aquele cheio de janelas e com a porta de vidro?
— Aquela que tem a sacada e a vista para a piscina?
— Isso. Acho que você poderia fazer essa sala lá. — ela disse, saindo do quarto e indo em direção ao outro.
— Ele é bem grande, também. — Gabriel comentou. — Se duvidar, é maior que o meu.
Ela deu de ombros, rindo.
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Fetiche - Gabriel Barbosa
Hayran KurguEu definitivamente não sei mais transar em lugares normais. parte um de fetiche.
