campeões

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onde pedri faz dois gols e ganha o troféu joan gamper.
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cheguei quando eram 18hrs no estádio, 13hrs da tarde no brasil. vi pedri ir pro vestiário e mandei um beijo a ele, que logo retribuiu. sentei no camarote e nem deu tempo de pegar um refrigerante, aos 5' pedri havia marcado um gol. o estádio foi a loucura, inclusive eu, que postei tudo nos storys. antes desse, um gol do lewa, depois um do dembélé, e um golaço do pedrito aos 19'.

pedri jogou só o primeiro tempo, mas o time ganhou de 6x0. o barcelona era campeão.

tentei descer o mais rápido possível do camarote, mas os fãs me cercaram. atendi todos e desci correndo. o primeiro que encontrei foi gavi.

— gaviiii! — o abracei. — parabéns, vocês merecem demais!

— obrigado, minha gata!

— você viu o pedri? — coloquei as mãos em minha cintura e ele riu.

— pior que não... tá muito atrás dele, viu? — cruzou os braços.

— tá com ciúmes, gavira?

— não, imagina. — ele revirou os olhos e eu gargalhei.

— a gente não tem nada, ok? você sabe muito bem disso. eu só vou parabenizar ele, como fiz com você!

— tudo bem então. te vejo depois. — ele piscou e beijou minha bochecha.

cumprimentei vários jogadores conhecidos, e tentei procurar pedri, esse menino sumia com uma facilidade que vou te contar...

tomei um leve susto ao sentir duas mãos envolverem os meus olhos. eu já sabia quem era.

— tá cheirosa... — ele falou dando um cheiro em meu pescoço e eu me arrepiei.

— pedri... — suspirei e ele me virou para si pela cintura.

— viu os dois gols que eu fiz pra você?

O QUÊ?

— hã? pra mim? — ele gargalhou e me guiou até o vestiário, vazio.

ok, estávamos sozinhos no vestiário e por que diabos ele trancou a porta?

— não gostou dos seus gols? — ele foi se aproximando de mim e eu fechei os olhos.

— eu não... não sabia que eram pra mim. — sua mão foi subindo pelo meu pescoço e ele deixou um beijo ali.

— abre os olhos, olha pra mim. — o obedeci.

ele me olhava sedento, qualquer um poderia notar isso. pedri me prensou na parede devagar.

— você nem me disse nada...

— hã... é... parabéns. pelo jogo. e pelos gols. — soltei um sorriso e ele se aproximou mais.

— eu posso?

— pode o quê? — ele soltou uma risada. sabia muito bem que eu queria ouvir.

— eu posso te dar um beijo? — mordi o lábio com um sorriso e assenti.

eu cheguei nas nuvens naquele exato momento. a língua dele explorou cada canto da minha boca, as mãos foram passeando e entraram de leve por dentro da minha camisa, e as minhas já estavam em seu abdômen.

— pedri, a gente não pode ficar aqui...

— eu vou receber o troféu e a gente vai pra minha casa terminar isso aqui, ok? — não pude deixar de sorrir.

— ok.

é, vamos terminar isso ali.

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pensando seriamente em fazer uma parte dois 🤔
🤍

✔️ 𝐈𝐌𝐀𝐆𝐈𝐍𝐄𝐒 𝗉𝖾𝖽𝗋𝗂 𝗀𝗈𝗇𝗓𝖺́𝗅𝖾𝗓Onde histórias criam vida. Descubra agora