— Você entraria no Big Brother? — perguntei, me sentindo flutuante e aleatório.
— Hum. Acho que não.
— Interessante.
— E você?
— Acho que sim.
— Hum.
— Por que você não entraria?
— Porque as pessoas são loucas. Se elas julgam os pobres coitados que entram lá todo ano fazendo os melhores personagens de mocinhos inocentes que existe, imagina como seriam comigo?
— Você não é mocinho inocente?
— Muito longe disso, e não tô tentando ser.
— Você parece um fofinho, acho que só tá tentando pagar de badboy.
— Eu roubei sua cachaça.
— E tentou dividir.
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Velho ano-novo
RomansaTodo ano é igual na vida de Gregório, mas algo parece prestes a mudar quando ele conhece Juliano no mercadinho do bairro na noite de Réveillon.
