Essa história é uma tradução da obra original do perfil PoppyMesh. Todos os direitos da obra vão para ela.
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Neteyam estaria mentindo se dissesse que não invejava sua irmã em como ela se livrava das consequências da maioria das coisas que ela fazia, em comparação aos outros. Mas ele nunca deduraria ela enquanto ele ainda fosse a primeira pessoa que ela chamasse para participar de suas aventuras.
Enquanto todas as crianças cresciam, At'anau se tornou mais quieta, mais séria e ela começou a seguir as regras. Isso não mudou apenas por conta do amadurecimento, mas ela sabia que ganhar a confiança de seus pais era a melhor forma de poder fazer qualquer coisa.
Ela não se preocupava mais com seus irmãos de não dedurarem ela, já que seus pais seriam os primeiros a escutarem sobre suas histórias. E essas histórias eram sobre suas aventuras, mas nada que fossem crimes de guerra. Ela contava a eles sobre os soldados que via durante uma caçada, sobre o que eles faziam de errado, sobre o que eles faziam certo e sobre o que eles poderiam ter feito melhor. Ela falava sobre o que ela mesma tinha feito de errado e o qual frustada ela ficava por causa disso. Ela escutava quando sua mãe a repreendia e quando demonstrava que a compreendia após discipliná-la, após ela ter aprendido a admitir que ela tinha passado dos limites.
Ela se tornava a criança com que os pais não precisavam se preocupar.
At'anau sabia que, para conseguir fazer qualquer coisa, a confiança de seus guardiões era primeira coisa que ela precisaria conquistar completamente. Ela ainda era jovem, entretanto, não era incomum dela aceitar que ela havia recebido um não, mas quando essa era a resposta, ela obedecia as ordens e se mantia na linha.
Saber disso também era um caminho para criar responsabilidadea e um potencial sim no futuro, o que expandiria a liberdade dela.
Mas o que ela não sabia, era que o povo do céu queria tirar a liberdade dela e de seu povo.
Ela havia escutado muitas histórias de seu pai sobre os demônios que já viveram por Pandora e sobre a sua vida como um Caminhante dos Sonhos, mas ela nunca adivinharia que um dia ela faria parte dessas histórias.
- Equipe terrestre, vai!
A garota observava do céu os guerreiros entre as árvores seguir as ordens do pai dela e foram direto para os trilhos em que os humanos colocaram onde um dia foi um gramado verde. Com a conquista moderada de armas das próprias pessoas do céu, o clã bombardeou o único caminho que o veículo passaria, fazendo que pedaços dele voassem pelo ar.
At'anau observou com os seus irmãos o trem inutilmente desacelerar, desesperado para parar, com seus freios arranhando os trilhos como um Banshee. A corrente de vagões se romperam como um colar, perdendo o seu curso e se partindo no solo, destruindo a fauna e tudo ao redor antes de explodir, espalhando fragmentos do transporte pela terra.
Era quase agradável ver os jatos não muito acima do agora destruído trem, engolir as chamas dos comboios.
Em seu Ikran, os filhos do chefe ficaram a uma distância segura com o seu grupo com o objetivo de observar melhor o espaço e poder periciar qualquer coisa perigosa. At'anau olhou para um dos membros do clã mais próximo dela, que era mais velha que ela, e sem dúvida mais habilidosa, que já a olhava, esperando por uma ordem.
Não familiarizada com esse olhar, ela concordou e em seguida assistiu a guerreira entrar na guerra, seguida de mais alguns outros guerreiros enquanto ela permaneceu no ar com seus irmãos, e observou o Ikran que todos os três reconheceram como o de seu pai, voar através dos destroços, pegando os demônios de guerra e os jogando de alturas altas para a sua morte.
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Through the Valley¹ | Ao'nung
FanfictionNão há dúvidas de que os laços pessoais entre gêmeos podem ser fortes, mas não há evidências de que esse vínculo seja algo misterioso ou inexplicável. Se ao menos um soubesse a dor que causaria um ao outro quando essa conexão se partisse. Os Na'vi d...
