Dentro de mim

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-Já transei sem camisinha depois que entrei na fraternidade.

Confessou Michele e eu fiquei chocada depois de perceber que só eu não bebi.

-Como assim? Quem transasse sem camisinha estava fora, não é a regra?

-Sim, mas a maioria aqui está em um relacionamento sério, não dá pra exigir isso deles sempre.

Explicou Simone.

-Sua confissão Easy.

Disse Nathan lembrando da roda.

-já transei com 100 homens.

Umas amigas beberam junto comigo.

-100, você conta?

Leha perguntou chocada.

-Bem... recentemente vi um filme que se a mulher transasse com vinte homens não casava mais, algo do gênero. E aí resolvi contar.

-E parou em 100?

Nathan perguntou assustado.

-Na verdade você foi o número 100.

-huuu!!

As meninas gritaram e começaram a rir, tivemos que rir também. Algum tempo depois a Nathalie já estava caindo de bêbada.

-Nathan, me ajuda a levar ela pro quarto. Bem, meninas, vocês vão dormir em duplas nesse apartamento só tem 13 suítes de hóspedes.

-Mas somos vinte e oito.

Leha lembrou depois de contar algumas vezes.

-Daremos um jeito nisso.

Levei elas até os quartos e cada uma foi tomando o seu, elas estavam tão bêbadas que se eu não segurasse cairiam no chão. Nathan era o mais sóbrio de nós, eu estava bem alta. Mas não o suficiente pra cair, só pra rir como uma louca. Depois de acomodar a todas fomos para o meu quarto.

-Bem, você já conhece a minha cama. Eu vou tomar um banho.

Falei apontando para o banheiro, mas Nathan me puxou junto com ele para cima da cama.

-Agora eu quero o meu prêmio.

Eu sorri.

-Você deve saber, o quão bonito e elegante você é. E quando age assim derrete a minha calcinha.

mordi o lábio inferior tentando conter o riso frouxo, e ele me beijou. Intenso como sempre, seguiu arrastando o beijo até os meus seios, arrancou o meu vestido e rasgou a minha calcinha. Ele fez caricias na parte interna da minha coxa e depois se concentrou só no meu sexo. Encharcando-me ainda mais e arrancando gemidos de prazer. Meus dedos se embrenharam em seus cabelos e com um pouco mais disso, gozei, me contorcendo debaixo dele. Ele rolou para o lado e foi a minha vez de fazê-lo gozar. Nos livramos das roupas dele e comecei a chupá-lo. Contornando as veias pulsantes em quanto ele gemia rouco, comecei a chupá-lo forte, massageando-o bem e ele gozou. Ele me puxou pelos braços e me beijou sentindo o seu próprio gosto.

-Você vai me enlouquecer.

Eu sorri do seu nervosismo.

-A intensão é essa.

Nos sorrimos e ele voltou a ficar sobre mim.

-Você não acha que por hoje tá bom não? Eu estou muito bêbada.

-Não deixo nada pela metade.

Ele me beijou e desceu os beijos pelo meu pescoço e me penetrou bem devagar, eu senti a carne se abrindo e abraçando-o. Ele seguiu seus movimentos achando um ponto sensível em mim me fazendo gemer enlouquecida. Ele gemia rouco junto a mim e me agarrei a seus braços fortes, sentindo cada musculo se mexer junto a mim. Senti o prazer se construir devagar assim como o dele, ele estava como eu, em febre.

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