Em uma noite de Lua crescente nas Três Terras, seres lesionados pela cultura local são atraídos para um antigo museu e mesmo sendo proibido, adentram a estrutura. Após esse acontecimento, o Verdadeiro Apocalipse toma forma. E agora, vão ter que impe...
A noite já foi embora. Faltam cinco dias para O Verdadeiro Apocalipse. Cada um ficou no seu cantinho esperando Nero decidir e iniciar o próximo movimento. Algum deles -e até funcionários locais- sentiam que havia algo os observando nas sombras.
Somente quando o Sol já estava no céu, uma ordem foi dada para se encontrarem nas portas do fundo da base. Gudo fechou a sua barraca, Aika o ajudou. Fernan guiou Zane (agora livre) e Monachiko até onde deviam ir. O Fundador estava junto de seu melhor amigo e da recuperada Alicia, que ainda tinha queimaduras das correntes nas pernas e braços. Ela brincava:
-Um passarinho me contou que vocês sentiram minha falta.
-Alicia e demais, me desculpem pelo que fiz. Espero que possam me perdoar. Zane falou com muita angústia.
-Nunca. Eu mal aturo sua presença aqui. Não fique surpreso se, em uma missão, eu escolher salvar qualquer além de você. Ela falou mais do que seriamente dando um tapa que o derrubou na cara dele.
-Antes tarde do que nunca você percebeu como a máquina funciona por aqui. Chega de enrolar e vamos seguir. Fernan pareceu simpatizar com o Espírito das Chamas Acorrentadas.
-Gudo, deixe sua carroça aqui na base. Não há necessidade de levar ela adiante, até traz risco de ser danificada e perigo para nós.
-Ah sim, tudo bem. Ele concordou sem resistência.
-Tudo bem para quem? Tem gente que não gosta de andar!
Apesar da Aika não aceitar muito bem a escolha, todos andaram adiante para a parede de vulcões que ficava logo adiante. Quando chegaram da base, Nero trazia Hadria na sua mão e colocou sua ponta superior em uma pedra sem motivo aparente. Ele puxou a alabarda para baixo como uma alavanca, barulhos de engrenagens e fumaça vieram da parede. Mais do que uma porta abriu, um túnel até o interior do Vale do Magma. Sem enrolar, os superiores da Legião seguiram em frente. O aumento na temperatura era notável. Zane comentou:
-Não sabia que havia tão avançado tecnologicamente nas Terras do Sol. O eco fez com o que ele falou, fosse em tom mais animado.
-Não importa o quanto eu fale, o povo não aceita tecnologia de forma alguma. É um mistério para mim o porquê...
Levou cerca de cinco minutos para chegarem até a luz no fim do túnel. O destino era um vale aberto com a mesma vegetação das Savanas Selvagens, com uma única estrutura localizada no meio, as Ruínas do Sol.
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O máximo de vida que podiam ver eram os membros da Legião que patrulhavam a área e nas ruínas. Eles não fizeram a condolência padrão quando viam Nero ou Flathor.
-Aqui é onde o Deus do Sol vive, não é? Eu sinto minha magia fluindo como nunca! Zane comentou olhando para uma pequena chama que fez na mão.
-Sim...onde ele vive... Nero sussurrava enquanto andava mais devagar.