Capítulo -38- Meu CEO!

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Após tudo que aconteceu, fiquei feliz por ter voltado à empresa

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Após tudo que aconteceu, fiquei feliz por ter voltado à empresa. Na segunda-feira, Moana foi efetivada e agora trabalhava oficialmente na empresa; ela não precisaria mais sofrer. Sinceramente, estou ansiosa para ouvir notícias de que meu irmão foi até sua antiga casa para buscar suas coisas.

Já se passaram dois dias desde a retirada dos curativos e o rosto dele está melhorando a cada segundo. Restou apenas uma cicatriz muito pequena que mal dá para ser vista; ele ainda continua tão lindo como sempre.

Rhage se provou um homem extremamente protetor. Está ao meu lado o tempo todo, embora eu tente ficar longe de seus negócios no submundo, pois não quero me envolver com esse tipo de coisa por enquanto. Não sei nada sobre como é ter uma vida no mundo do crime, então acredito que seja melhor não me envolver com isso.

Fechando meus olhos, apoiei minhas costas na cadeira e suspirei cansada. Claro, meu dia estava sendo ótimo por voltar a trabalhar, mas agora eu era a senhora Mackenzie. Havia substituído o sobrenome da minha mãe e faltava pouco tempo até que a reunião pudesse ser feita. Na próxima semana, vamos entrar com o pedido de revisão de bens e meu pai vai perder seu posto na cadeira de presidente.

Cruzei as pernas e olhei para o lado. Aquela parede de vidro ainda estava ali e, por incrível que pareça, Rhage, mesmo em seu trabalho, se virava a cada poucos segundos e me olhava como se estivesse ansioso para estar ao meu lado, até porque ele não saiu de cima de mim quase a noite toda.

Fez questão de me lembrar que agora eu era sua esposa e que não iria descansar até que eu estivesse grávida. Era isso que passava pela sua cabeça; ele deixava isso bem claro a todo momento quando estávamos juntos.

Neguei com a cabeça porque não queria pensar nisso agora. Só faltavam poucas horas para que o comercial pudesse aparecer e eu estava ansiosa para ver os modelos. Não fazia ideia de quem seriam, apenas que Moana havia participado.

Rhage também havia me feito gravar como uma forma de brincadeira; eu me diverti muito naquele dia e foram tiradas tantas fotos que quase adormeci sentada na cadeira.

Ainda posso sentir na minha pele o peso das joias que foram colocadas em mim para as fotos. Embora eu ainda esteja esperando que elas cheguem no meu e-mail para que eu possa guardá-las, sei que não sou uma modelo e que, irritantemente, meu pai gosta de jogar isso na minha cara o tempo todo. Mas, ainda assim, vai ser divertido guardar aquelas fotos porque vou me lembrar de como esse dia foi divertido.

Rhage voltou pouco tempo depois e me contou o que havia acontecido. Meu pai havia oferecido $20.000 para Moana se separar do meu irmão e disse que iria oferecer muito mais para que ela fosse embora de Atlanta. Meu rosto estava vermelho de vergonha ao imaginar como ele foi baixo por vir até aqui e oferecer dinheiro à esposa do filho dele.

Eu não podia acreditar que havia escutado aquilo. Aquele homem realmente acreditava que poderia pagar para uma pessoa desaparecer?

Rhage disse: "Ainda não posso acreditar que aquele canalha foi capaz de fazer isso. É por esse motivo que eu gosto de matar minhas vítimas." Ele falou baixo, apontando para mim, e eu respirei fundo, negando com a cabeça. Anthony era o meu pai.

Abigail: "Você não vai matar meu pai, mas podemos pedir para Moana uma ordem de restrição para que meu pai fique longe dela. Talvez assim ele não tenha que oferecer dinheiro algum para ela, o que é ainda mais ridículo. Não tenho ideia do que meu irmão vai fazer quando descobrir!" Rhage segurou minha mão com gentileza, como sempre fazia quando queria me deixar mais calma. "Nós não pedimos isso, mas ela é a mulher que meu pai mais odeia e, ainda assim, é a mulher que meu irmão mais ama, pelo fascínio que ele tem por ela. Aaron não vai receber bem essa notícia."

Rhage: "É por isso que vamos deixar Moana contar para ele e depois teremos uma reunião para resolver o que vamos fazer com ele de uma vez." Eu resolvi voltar a trabalhar e, finalmente, quando chegamos em casa, eu só não queria esperar. Estava tão cansada e com tantas dores nos pés que tomei um banho e me joguei na cama.

O ar condicionado estava ligado na temperatura que eu gostava, quase frio o suficiente para que eu pudesse dormir.

Eu não esperava que isso pudesse ser tão difícil, mas ainda assim meus pensamentos, com tudo o que meu pai fez, evitaram que eu pudesse dormir.

Rhage: "Não está conseguindo dormir?" Ele chegou no quarto logo depois; primeiro, tinha ido conversar com Jacks e minha irmã, que não saíram do quarto durante toda a manhã. "Meu irmão disse que eles comeram alguma coisa e voltaram a dormir após tomar um banho. Sua irmã está descansando pela primeira vez."

Abigail: "Estou pensando no que meu pai fez com Moana. Parece que, a cada segundo, ele insiste em fazer coisas para me irritar e irritar todo mundo." Parece que meu pai olha para seus filhos como se fôssemos seus piores inimigos, e não como se fôssemos seus filhos.

Rhage: "Não vamos falar sobre aquele babaca do seu pai. Vou tomar um banho e depois vou deitar com você para descansar um pouco antes de descermos para o jantar." Ele veio até mim e me deu um beijo nos lábios, deixando-me adormecer um pouco. Pela primeira vez, eu poderia descansar.

Estava ciente de que ele era meu marido, que eu estava segura com ele; meu pai não iria vir até aqui para me bater.

Eu acordei sentindo tanto desejo que não pude evitar gemer alto, até que abri os meus olhos e respirei fundo, olhando para a luz do abajur ao lado, a única luz do quarto que estava iluminando.

Abaixei os meus olhos para meu corpo descoberto, encontrando Rhage com o rosto entre as minhas pernas. Sua língua passeava por toda a minha vagina e logo seus lábios prenderam-se em volta do meu clitóris com tanta vontade que fiquei tonta, me sentindo perdida na cama.

Quando eu estava quase no clímax, ele soltou meu clitóris e voltou a lamber minha vagina, plantando beijos pela minha coxa antes de voltar novamente ao centro das minhas pernas. Seus cabelos estavam soltos sobre meu ventre e eu mal podia ver seu rosto, mas ainda assim eu sabia e sentia tudo o que ele estava fazendo comigo.

Agarrei os lençóis da cama, abrindo ainda mais as minhas pernas. Eu poderia estar me sentindo uma vadia naquele momento, mas não me importava porque era meu marido ali, era o homem que jurou me amar mais que tudo no mundo.

Rhage prendeu meu clitóris entre os dentes e eu respirei fundo, olhando em seus olhos. Aqueles olhos pareciam mais uma fera caçando do que um homem. Seus braços estavam em volta das minhas pernas, mantendo-as abertas, como se estivesse lutando contra mim para aceitá-lo.

Pude encará-lo durante alguns minutos; ele tomou meu clitóris entre seus lábios e chupou com tanta força que revirei os olhos, abrindo a boca e puxando mais ar para os meus pulmões para aguentar o clímax que se arrastava pelo meu corpo, vindo aos poucos, mas com tanta força que foi difícil me segurar.

Rhage continuou me chupando com força e com tanta fome até que meu orgasmo se arrastou ainda mais pelo meu corpo e eu gritei seu nome tão alto que quase tinha certeza de que a casa toda havia escutado.

Rhage: "Ainda não terminamos, meu amor!" Eu ainda estava tremendo entre as camas, me arrastando pelo intenso orgasmo quando ele subiu sobre mim. Também estava sem roupa e eu me sentia tão molhada por ele que ele simplesmente se encaixou e seu pênis escorregou para dentro de mim com perfeição. "Vamos fazer amor bem gostoso."

Ele beijou meus lábios e fez o mesmo com meu pescoço, deixando uma marca de beijo sobre minha pele que arrepiou.

Seus braços tomaram minha cintura enquanto ele começava a mover-se com calma, mas ainda assim com firmeza. Meu marido aproximou seu rosto um pouco mais e tomou um dos meus seios na boca, como se estivesse mamando em mim, e ainda assim me penetrava com tanta força e desejo que parecia que não haveria amanhã.

Mordi meu lábio inferior, revirando os olhos enquanto segurava sua cabeça, deixando-o tomar tudo de mim até que meus olhos reviraram nas órbitas e outro orgasmo me arrastou com força, trazendo meu marido junto comigo. Nós dois gememos, gritando enquanto nossos corpos se debatiam, tremendo pelo clímax que nos destruiu. Rhage marcou o meu corpo como dele e eu aceitei cada segundo disso como se fosse o último.

Com o cheiro do meu marido e a promessa de muito mais, não pude evitar dormir em seus braços. Nos braços do meu CEO.

Meu CEO Monstro.Onde histórias criam vida. Descubra agora