Capítulo -42- Monstro!

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Eu estava com muita vontade de vomitar, minha cabeça estava tonta e parecia que meu corpo não estava obedecendo ao que eu tentava coordenar para fazer tudo a fim de me levantar de onde estava

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Eu estava com muita vontade de vomitar, minha cabeça estava tonta e parecia que meu corpo não estava obedecendo ao que eu tentava coordenar para fazer tudo a fim de me levantar de onde estava. Até que consegui, com um pouco de força, levantar a cabeça. Eu estava numa jaula e havia um homem do lado de fora conversando e sorrindo com seu amigo.

XXX: O filho da puta acordou! – ele se aproximou e chutou a gaiola, o que me causou uma dor de cabeça enorme; parecia que o filho da puta estava fazendo isso de propósito. – Bom dia, Bela Adormecida!

XXX: Queria fazer uma pergunta antes de você morrer. – O segundo se abaixou na jaula e olhou diretamente para mim. Ainda assim, tentei forçar meu corpo a se levantar, o que foi um pouco doloroso. – O que passou pela sua cabeça no momento em que decidiu atrapalhar o casamento do chefe e tentar se casar com a esposa dele? Porra! Você é aquele tipo de babaca que não tem amor à vida.

XXX: A senhora veio aqui mais cedo, ela me deu um pedaço de bolo! – o segundo balançou a cabeça de um lado para o outro. – Ela é bem legal; nunca consigo imaginar o que passa pela cabeça das pessoas que querem machucar alguém como ela, e ainda mais agora.

Justin: Rhage, onde aquele filho da puta está? – Eu me virei e olhei para o rosto de cada um deles. Eles se levantaram e olharam um para o outro antes de se virar e olhar para mim mais uma vez. – Eu fiz a porra de uma pergunta: onde está aquele desgraçado?

XXX: O senhor decidiu ir ao orfanato adotar uma criança com a senhora; eles vão te matar quando a noite chegar. – Ele virou a cabeça de lado e olhou para mim. – Vamos ser crianças nesta casa, não podemos deixar que você veja nenhuma delas, mas isso é um segredo; não conte nada a ele.

XXX: Não era nem mesmo para ter contado, mas você vai morrer e não vai poder contar para ninguém. – O outro respirou fundo antes de ir para o lado de fora, e eu pude ver pelo menos um pouco do sol antes da porta ser fechada novamente.

Eles me deixaram sozinho por algumas horas. Então, bati na gaiola para tentar chamar a atenção, porque estava morrendo de sede e o lugar onde me deixaram era sujo e fedia a animais.

XXX: Você tem sorte por ainda estar vivo! – Um deles entrou e olhou diretamente para mim. – Não faz sentido te dar um copo de água ou te dar alguma coisa para comer; nós queremos que você esteja fraco para a hora do vamos ver. – Ele virou a cabeça de um lado, até parecia uma piada o que estava acontecendo aqui. – O senhor Mackenzie me disse que o senhor ainda foi covarde e disse que a senhora era feia e a chamou de gorda, disse todas as atrocidades que o senhor fez com ela, e sabe, eu não gosto de covardes que batem em mulheres.

Ele se levantou e abriu a braguilha da calça antes de começar a urinar em mim. Por desespero, me arrastei para trás e bati minhas costas na grade mais uma vez, o que era impossível, pois não havia como me levantar; eu estava abaixado como um animal selvagem e não havia roupa alguma em meu corpo.

Meu CEO Monstro.Onde histórias criam vida. Descubra agora