Já param para pensar, mesmo que por um momento, que poderia o bad boy da sua faculdade ficar OBCECADO por você?
Bom, eu nunca tinha pensando nisso, até que aconteceu, até o dia que eu vi, Kayden Declan, o bad boy mais cobiçado da minha universida...
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Eu estou cansada.
Eu e Kayden acabamos de chegar na minha casa depois de uma viagem cansativa para que eu pudesse fazer uma campanha de propaganda em New York.
— Preciso de um banho — Digo enquanto pego a minha bolsa.
— Eu preciso de algumas horas de sono — Kayden respondeu pegando a minha mala.
— Isso também ajuda.
Eu mandei um sorriso para ele, Kayden me beijou de leve antes de caminharmos para dentro da minha casa, e antes que eu pudesse entrar em casa, eu escutei um grito.
— EU NÃO VOU, CARALHO — A voz gritou.
Eu reconheci na mesma hora, virei a minha cabeça para ver tio Carter, de toalha, repito, de TOALHA na varanda da casa dele, e imagino que ele esteja gritando com meu pai.
— INFERNO, VOCÊ VAI — Gritou meu pai da varanda da casa.
Eu tive que me afastar da casa e ir mais para o meio da rua, para poder ver o meu pai, ele já estava vestindo um terno e estava com a cara de poucos amigos.
— EU PAGO A PORRA DO SEU SALARIO, MILIONARIO, ENTÃO OU VOCÊ SE ARRUMA E VAI COMIGO PARA A PORRA DA REUNIÃO COM OS RUSSOS, OU VOCÊ ESTÁ DEMITIDO — Meu gritou a ameaça, eu encarei tio Carter.
O homem juntou o cenho, era óbvio que ele sabia que a ameaça era bem verdadeira.
— Oi, Tio Carter — Chamei sua atenção.
Meu tio desfez sua cara de raiva, e sorriu para mim.
— Oi, Querida, como foi sua viagem? — Ele perguntou já com uma voz mais sociável — Tudo bem?
Dei uma risadinha.
— Sim tio, foi tudo bem — Mando um beijo para ele, e me viro encontrando meu pai parado na sacada, seu rosto sério, seus braços cruzados.
Os olhos azuis do meu pai desceram para mim, ele me analisou, e eu sorri para ele, vendo que ele continuou sério.
— Oi, papai — Digo sendo fofa, e então eu vi ele revirar os olhos, e um pequeno sorriso saiu em seu rosto — Como está?
— Oi, Querida — Ele caminhou mais para perto da sacada da varanda — Vejo que se lembrou que tem pai — Dava para notar uma pontada de mágoa.
Eu olhei para Carter e depois para ele.
— O senhor está com ciúmes do tio Carter, porque eu falei primeiro com ele? — Meu pai me encarou, mas também não negou.
Eu soltei uma risadinha.
— Já estou indo abraçar você, ciumento — Digo me virando para a porta da casa, caminhando para dentro.