Já param para pensar, mesmo que por um momento, que poderia o bad boy da sua faculdade ficar OBCECADO por você?
Bom, eu nunca tinha pensando nisso, até que aconteceu, até o dia que eu vi, Kayden Declan, o bad boy mais cobiçado da minha universida...
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Minha família é maluca.
Esse foi exatamente o meu primeiro pensamento ao abrir a porta do consultório da minha psicóloga depois que a minha primeira sessão acabou, e encontrei todos do lado de fora.
Sem exceção.
Todos estavam ali.
Olhei para eles, e os mesmo me encararam de volta, eu olhei para o meu lado vendo a minha psicóloga também encarando a cena.
— Sério mesmo?
— Só estamos de passagem — Carter diz e me manda um sorriso — Sabe como é, colidiu o dia de todos fazermos exames — Ele sorri mais ainda.
Eu levo os meus olhos antes de soltar uma risadinha.
— Vejo que sua família é bem preocupada — A minha psicóloga fala mais baixo.
— Sim.
— Sorte a sua, Harper — Ela se virou, voltando para dentro da sala.
Me viro novamente para a minha família, eles sorriem para mim.
Cruzo meus braços.
— Vim fazer exame não — Dylan declarou logo, e eu ri.
— Eu sei — Ele vem na minha direção.
Dylan, com apenas 12 anos, está quase batendo no meu ombro, ele vai ser bem alto.
Ele me abraçou, e eu ri antes de apertar ele contra mim.
— Não sei o que dizer, mas... — Ele começa mas eu interrompo.
— Não precisa falar nada, eu sei, eu sei, Dy — Beijou a sua cabeça e depois a sua bochecha.
Dylan também foi um dos motivos pelo qual eu me mantive forte, porque eu sabia que se eu me sentisse muito fraca, nunca poderia ajudar ou carregar meu irmãozinho, e eu sempre fui apegada a ele.
— Eu tenho um presente para você — Ele se separou de mim, ele se virou para o nosso pai.
Aaron entregou uma sacola vermelha da Cartier para ele, e ele me entregou, seus olhos verdes brilharam de ansiedade, Dylan adora quando ele dá algo a alguém e essa pessoa ama o presente, ou ele vê a pessoa usando.
Eu peguei a sacola e abri, tirando uma caixa de veludo de dentro, quando eu abri, dei de cara com um bracelete, ele é de ouro, um pouco grossinho e tinha os típicos desenhos da Cartier em volta dele.
— Leia o que tem dentro — Ele me instruiu, apontando para a parte interna do bracelete.
Eu entreguei a sacola a ele, pegando o bracelete em minhas mãos, eu vi a gravação dentro dele.