Já param para pensar, mesmo que por um momento, que poderia o bad boy da sua faculdade ficar OBCECADO por você?
Bom, eu nunca tinha pensando nisso, até que aconteceu, até o dia que eu vi, Kayden Declan, o bad boy mais cobiçado da minha universida...
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Presto atenção na casa para ter certeza que minha família já não estava mais em casa.
Simplesmente não quero que eles saibam.
Não quero que ninguém saiba.
Eu tenho ciência que isso é ruim.
Me sento na mesa, que ainda está com o café da manhã na mesa, devagar eu coloco alguns pedaços de bacon, ovos mexidos, e meus olhos vão para as panquecas mas eu acho melhor comer o que eu coloquei primeiro.
Mas esse é o problema.
Assim que eu coloco um pouco de comida na minha boca, em uma ação involuntária, eu sinto ânsia de vômito, coloco um copo de suco e bebo, tentando ao meu máximo colocar comida em meu corpo.
Eu tento de novo, e lá está a ânsia de vômito de novo.
Respiro fundo e terminei de mastigar, devagar.
Às vezes, eu queria nunca me importar com isso.
Eu queria não ter esse problema.
Eu queria que a minha mente nunca voltasse para as merdas dos comentários idiotas que eu escutava, eu queria que o meu corpo não sofresse tanto.
Eu queria.
Eu quero tanto comer em paz, eu quero tanto fazer com que tudo sobre os comentários ruins sobre o meu corpo sumisse da minha mente, queria só... Comer em paz.
Olho para a minha comida, frustrada comigo mesma, e sinto o choro pesar em mim, as lágrimas se acumularem em meus olhos e minha garganta se fechar.
Odeio isso.
— Achei que fosse encontrar você aqui — A voz familiar de Luigi me faz virar.
Engoli o choro, e mando um sorriso de lado para ele.
— Precisa de alguma coisa, tio?
Ele balança a cabeça negando, e puxa uma cadeira ao meu lado, se sentando de frente para mim.
— Que tal a gente conversar sobre isso? — Ele olha para a comida na minha frente.
Eu abaixo a cabeça encarando o prato.
— Já atendi meninas e mulheres que me descreveram exatamente as ações que eu vejo em você, Harper — Ele diz me olhando, mas eu não consigo erguer meu rosto.
Ele fica em silêncio por um segundo.
— Você sabe que isso é péssimo, por isso espera com que todos saiam de casa, para se sentar aqui, e tentar comer, apenas o suficiente para não passar mal, mas nunca o suficiente para seu corpo funcionar direito.
Eu não retruco, mesmo que eu queira gritar que o meu próprio corpo não aceita a comida, que ele fica passando meus pensamentos mais ruins sobre meu corpo e como eu não posso engordar.