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AMOR INESPERADO
CAP : 25

《...》

enquanto isso, dentro da sala de cirurgia, os médicos trabalham freneticamente para salvar Lucero, enquanto Fernando, do lado de fora, luta contra o pior medo de sua vida: perdê-la para sempre, O clima era pesado no hospital, e o corredor parecia um cenário de presságio. O relógio na parede parecia ter parado, como se o próprio tempo hesitasse em seguir adiante, em respeito à agonia que Fernando sentia. Ele estava encostado na parede, com o olhar fixo na porta da sala de cirurgia, suas mãos inquietas, sempre passando pela testa ou pelo cabelo, buscando uma distração para o turbilhão que o consumia por dentro, Foi quando Lorena apareceu, entrando apressada, com a sobrinha Luíza nos braços a menina estava visivelmente assustada, seu olhar perdido, como se ela sentisse a gravidade do que estava acontecendo, Lorena, com os olhos cheios de preocupação, se aproximou de Fernando, tentando encontrar as palavras certas para confortá-lo.
Lorena - Fernando... - Ela disse, a voz baixa e carregada de dor. - Como... como ela está?
Fernando ergueu o olhar, seus olhos vermelhos e cansados tentou falar, mas as palavras não saíam, ele estava paralisado pelo medo, finalmente, conseguiu responder, a voz falhando.
Fernando - Não sei... estão fazendo de tudo, mas... - Ele suspirou, sua mão no rosto, tentando controlar a angústia. - Eu não consigo... não posso perder ela, Lorena.
Lorena apertou a sobrinha contra o peito, sentindo a dor de ver Fernando daquele jeito. Luíza, com o olhar curioso, tocou a mão de Fernando, como se quisesse entender por que todos estavam tão tensos. Mas ele não conseguia pensar em mais nada além de Lucero, da cirurgia interminável que estava acontecendo dentro daquela sala.
Lorena - Ela é forte, Fernando, ela vai superar isso, você sabe... - Lorena tentou ser otimista, mas suas palavras soavam mais como uma tentativa de se convencer do que realmente havia esperança.
Luíza, com sua inocência infantil, puxou Fernando pela camisa.
Luiza - Amigo Fernando... a mamãe vai ficar bem, né? Ela vai acordar logo?
Fernando se agachou, pegando a mão da menina. Seu coração apertou, mas ele forçou um sorriso.
Fernando - Vai ficar sim, Luíza... ela vai acordar. - A voz dele estava tensa, mas ele tentava passar confiança à pequena.
Enquanto isso, em outra parte da cidade, Victor estava em um escritório escuro, numa casa que tinha alugado por uns dias, em uma conversa clandestina com um velho amigo, um homem de aparência dissimulada, que sabia como manipular os bastidores da justiça, victor estava desesperado e com uma mistura de raiva por ter visto lucero beijar outro homem sem ser ele, aquela lembrança o consumia....
Victor - Eu preciso da guarda da minha filha, custe o que custar, eu quero que a lucero sofra, sofra por não te la- A voz de Victor era dura, calculista.
O amigo, um advogado de práticas duvidosas, inclinou-se para frente e sorriu, como se já soubesse exatamente como resolver o problema.
Advogado - Eu entendo, Victor e posso ajudar tenho os contatos certos um juiz que, por uma boa quantia, pode garantir que você tenha a guarda da criança... sem muito questionamento. - Ele disse, com um tom frio e pragmático.
Victor olhou para ele, a mão tremendo, mas determinado a ideia de tirar a sua filha de Lucero o consumia, e qualquer sacrifício parecia valer a pena se isso significasse mantê-la sob seu controle.
Victor - Quanto custa? - Perguntou, sem hesitar.
O advogado inclinou-se mais uma vez, com um sorriso satisfeito.
Advogado - O suficiente para que todos pensem que você é o pai ideal... ou, pelo menos, o único que tem o poder de manter a guarda. Dinheiro nunca é demais, mas o que realmente importa é garantir que ninguém se oporá a essa decisão.
Victor não pensou duas vezes. Ele sabia que o preço a pagar seria alto, mas estava disposto a qualquer coisa para não perder o que acreditava ser seu.
Victor - Feito faça o que for necessário, Quero ve a Lucero sofrendo e se humilhando pra mim pra ter a menina de volta!
Advogado - Entrarei com a ação e o pedido da guarda em um mês terá a menina na suas mãos, eu prometo!
Victor - Assim espero (tira ul envelope do bolso e entrega a ele) essa e a primeira parte, quando eu tiver a menina lhe dou o restante, mas ninguém pode suspeitar de nada!
Advogado - Deixe comigo (pego o envelope e abro sorrindo) um bom adiantamento!
Nisso o amigo de Victor leva o advogado até a porta e ele sai indo embora, e o mesmo sorrir vitorioso...
Lucas - Eu espero que você não tenha matado a Lucero, se não você ta ferrado cara!(me aproximo dele)!
Victor - Acha que eu vou matar a mulher da minha vida, ainda quero ir pra cama com ela outra vez!(rir sarcástico) prova aquele corpinho novamente (morde o lábio inferior) mas antes preciso tirar aquele cara da jogada!
Lucas - E cara você não perde tempo (rir e pega um maço de cigarro)!

《...》

CONTINUA....

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