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AMOR INESPERADO
Cap : 107

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{~DIAS DEPOIS~}

Alguns dias se passaram, e durante esse tempo, Lucero sempre ligava para Lurdes ou Bárbara para saber da filha. Enfim, a lua de mel de Lucero e Fernando chegava ao fim, era cedo, por volta das 6h30, quando Lucero despertou primeiro, foi até o banheiro, fez sua higiene matinal e, ao sair, pegou uma roupa da mala, que já estava organizada desde a noite anterior, vestiu-se ali mesmo e seguiu para a cozinha, vasculhou o que tinha disponível e preparou um café da manhã caprichado, montando a mesa com todo carinho, enquanto isso, cerca de dez minutos depois, Fernando despertou, passou a mão pela cama, notando o espaço vazio ao seu lado, e imediatamente abriu os olhos, erguendo-se com um sobressalto.
Fernando: Amor... (levanta-se)
Lucero: Bom dia, meu lindo! (corre até ele e o beija)
Fernando: (corresponde ao beijo, mas o interrompe suavemente) Bom dia, minha vida... Onde você estava?
Lucero: (sorri) Preparando nosso café da manhã! Não queria ir embora desse lugar maravilhoso...

Fernando: (a puxa pela cintura) Preparando café? Sabe que eu também não queria partir... Mas, antes de irmos, que tal aproveitarmos mais um pouco a praia? Não é longe daqui.
Lucero: Boa ideia! Podemos sim.
Fernando: Mas e esse café da manhã? O que você preparou?
Lucero se afasta e o puxa pela mão, levando-o até a mesa, que estava lindamente decorada e repleta de opções apetitosas.
Lucero: Usei o que tinha e fiz algo especial para nos despedirmos desse paraíso. Senta aí que eu vou te servir!
Fernando: (sorri brincalhão) Que lindo, amor... Achei que o único romântico aqui fosse eu.
Lucero: (ri e senta-se em seu colo) Bem que você gostaria, mas está só começando...
Fernando: (lança um olhar sugestivo) Do jeito que está me servindo, eu quero café assim todos os dias...
Lucero: (provocante) E o que meu lindo deseja?
Fernando sussurra o que quer, e ela o serve com carinho. Entre um gole e outro, trocam selinhos demorados e carícias sutis, enquanto isso, na Cidade do México, a manhã de segunda-feira começava. Lurdes já estava de pé e ligou para Lorena, que lhe passou o endereço da escola de Luíza. A diretora já havia sido avisada de que a menina chegaria naquele dia.
Eram 6h39 quando Lurdes entrou no quarto da neta.
Lurdes: Lulu, bom dia! Vamos para a escola?
Luíza: (resmunga, virando para o outro lado) Tão cedo, vovó...
Lurdes: Sim, pequena. Hoje eu vou te levar ao colégio. Vamos levantar? (se aproxima e senta-se na cama)
A menina abre os olhos sonolenta, faz um pequeno bico, mas logo se espreguiça e abraça a avó antes de descer da cama. Lurdes a ajuda a se arrumar, e, antes de sair, Luíza alimenta seu coelhinho.
Luíza: Bolinha, já já eu volto. Se comporte e obedeça a vovó Lurdes! (sorri de canto, pegando a mochila)
As duas descem para o café da manhã. Bárbara e Eduardo já estavam à mesa quando Luíza se sentou.
Luíza: Bom dia, Bárbara! Bom dia, tio Edu! (bebe um gole de leite)
Eduardo e Bárbara: Bom dia, Lulu! (falam juntos)
Luíza: Vovó, quando meus pais chegam? Tenho tantas coisas para contar para eles!

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