AMOR INESPERADO
CAP : 101
《...》
{NA CADEIA}
A cela estava imersa em uma escuridão opressiva, quebrada apenas pela tênue luz do luar que mal iluminava o canto onde Luciana se encontrava o colchão, duro e imundo, parecia ter sido feito para aumentar sua agonia, mas não era isso que mais a incomodava o medo, agora, era uma presença constante, desde que as outras presas souberam do que ela havia feito, os olhares de desprezo e repulsa a seguiam por onde quer que fosse, ela já não era mais uma simples criminosa, Agora, era um monstro e as noites em sua cela eram um reflexo desse julgamento cruel, Luciana tentava, em vão, fechar os olhos e afastar os pensamentos torturantes, mas uma sensação de pavor a paralisava, ela estava aterrorizada o medo a consumia, como uma sombra que se expandia, tentou se convencer de que o único que a perseguia era o desconforto do colchão, mas sabia que não era verdade, era o destino, o castigo por algo que, talvez, nem mesmo ela entendesse mais, de repente, um ruído quase imperceptível interrompeu seus pensamentos. Seu coração saltou no peito. Era um movimento, algo se movendo na escuridão. Antes que pudesse reagir, uma mão forte abafou seu grito, tapando sua boca com brutalidade a dor no estômago foi imediata quando um joelho pesadamente se afundou em sua barriga.
"Detenta", sibilou uma voz fria, cortante, quase com prazer.
Detenta 1 - A gente não gosta de quem machuca criança, vagabunda.
Luciana - Não por favor não façam nada comigo, ja estou pagando pelo que eu fiz!(Diz assustada)!
Detenta 1 - Madame e pouco pelo que você merece, iremos te dar um presente de boas vidas!
Luciana - Não, não por favor eu imploro, me deixem em paz!(coloca as duas mãos no ouvido assustada)!
Detenta 2 - E um pouco tarde pra isso madame, chegou a hora de nos divertirmos com você!
O pavor tomou conta de Luciana, e sua mente começou a se apagar sob a pressão, ela tentou se desvencilhar, mas a segunda mulher, de mãos ásperas e fortes, segurou seus braços com força, os socos começaram o primeiro, o estalo seco contra suas costelas, uma dor aguda que se espalhou, penetrando seus ossos...
Luciana - Aii...ai ta doendo parem!(grita aflita)!
Ela tentou gritar mas sua voz saiu fraca, mas a mão sobre sua boca abafava qualquer som, outro soco e mais outro, Cada impacto fazia sua visão escurecer ainda mais, cada golpe era um rio de dor que se expandia dentro de seu corpo.
Detenta 1 - Você achou que ia sair impune? Que ia dormir tranquila depois do que fez? - A segunda mulher debochou, o hálito quente e podre invadindo seu rosto. Luciana sentia o gosto metálico do sangue misturado com o amargo do medo.
A violência não parava, elas batiam em lugares estratégicos, onde não havia hematomas evidentes para os guardas, apenas dor e as mulheres da cela vendo tudo e rindo, uma dor que parecia afogar seus pensamentos, seu corpo se curvava e se contorcia a cada soco, mas não tinha forças para reagir, não tinha forças para se defender, quando finalmente a soltaram, Luciana caiu no chão frio, era o desconforto do colchão, mas sabia que não era verdade, era o destino, o castigo por algo que, talvez, nem mesmo ela entendesse mais, de repente, um ruído quase imperceptível interrompeu seus pensamentos. Seu coração saltou no peito. Era um movimento, algo se movendo na escuridão. Antes que pudesse reagir, uma mão forte abafou seu grito, tapando sua boca com brutalidade a dor no estômago foi imediata quando um joelho pesadamente se afundou em sua barriga.
"Detenta", sibilou uma voz fria, cortante, quase com prazer.
Detenta 1 - A gente não gosta de quem machuca criança, vagabunda.
Luciana - Não por favor não façam nada comigo, ja estou pagando pelo que eu fiz!(Diz assustada)!
Detenta 1 - Madame e pouco pelo que você merece, iremos te dar um presente de boas vidas!
Luciana - Não, não por favor eu imploro, me deixem em paz!(coloca as duas mãos no ouvido assustada)!
Detenta 2 - E um pouco tarde pra isso madame, chegou a hora de nos divertirmos com você!
O pavor tomou conta de Luciana, e sua mente começou a se apagar sob a pressão, ela tentou se desvencilhar, mas a segunda mulher, de mãos ásperas e fortes, segurou seus braços com força, os socos começaram o primeiro, o estalo seco contra suas costelas, uma dor aguda que se espalhou, penetrando seus ossos...
Luciana - Aii...ai ta doendo parem!(grita aflita)!
Ela tentou gritar mas sua voz saiu fraca, mas a mão sobre sua boca abafava qualquer som, outro soco e mais outro, Cada impacto fazia sua visão escurecer ainda mais, cada golpe era um rio de dor que se expandia dentro de seu corpo.
Detenta 1 - Você achou que ia sair impune? Que ia dormir tranquila depois do que fez? - A segunda mulher debochou, o hálito quente e podre invadindo seu rosto. Luciana sentia o gosto metálico do sangue misturado com o amargo do medo.
A violência não parava, elas batiam em lugares estratégicos, onde não havia hematomas evidentes para os guardas, apenas dor e as mulheres da cela vendo tudo e rindo, uma dor que parecia afogar seus pensamentos, seu corpo se curvava e se contorcia a cada soco, mas não tinha forças para reagir, não tinha forças para se defender, quando finalmente a soltaram, Luciana caiu no chão frio, seu corpo não mais respondendo aos seus comandos. Ela estava ofegante, cada respiração era um corte profundo em seu peito o sangue ainda escorria da sua boca, a vida escapando lentamente de seu corpo.
Detenta 1 - Isso foi só o começo. Amanhã tem mais. - uma das mulheres riu, uma risada fria e cruel que ecoou em sua mente, um som que se gravou em sua alma.
Detenta 2 - Se a madame amanhecer viva, o que eu acho impossível!
Detenta 1 - Veremos, eii ninguém de vocês podem abrir a boca do ocorrido se não terão o mesmo fim que ela ou pior, escutaram!
Todas as mulheres que estavam na cela concordaram e se calaram já que as suas dententas que mandavam naquela prisão, as outras voltaram para suas camas como se nada tivesse acontecido, Luciana ficou ali, no chão gelado, tentando desesperadamente recuperar o fôlego. Cada suspiro parecia uma lâmina a cortar seu peito o gosto do sangue era mais forte agora, e seu corpo tremia violentamente, não só pelo medo, mas pela dor insuportável que se espalhava como fogo dentro de suas vísceras, a noite foi passando lentamente, com a agonia se arrastando a cada segundo, mas nada poderia prepará-la para o que estava por vir. Quando o sol começou a nascer, iluminando fracamente a cela, Luciana ainda estava ali, imóvel. Sua respiração, fraca e irregular, havia se tornado cada vez mais difícil. Seu corpo estava em estado de colapso, e seus olhos, que antes refletiam medo, agora estavam opacos, vazios. Ela sentiu como se estivesse se afogando em sua própria dor, em seu próprio sangue. Cada movimento era uma luta, uma batalha perdida antes mesmo de começar.
Finalmente, a morte a encontrou, mas não de maneira súbita, como muitos poderiam pensar, não, a morte veio devagar, como um veneno que corria por suas veias, silenciosa, mas implacável, luciana morreu sem um grito, sem uma súplica. Morreu sem resistência, sem ninguém ao seu lado, sem uma mão amiga apenas ela e o silêncio o silêncio que parecia engolir sua alma, um silêncio de desespero e abandono....
《...》
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AMOR INESPERADO
Fiksi Penggemar{CONCLUIDA} Lucero sempre acreditou no amor, mas sua fé foi abalada quando foi abandonada grávida por Victor. Sozinha, ela lutou por cinco anos para criar sua filha, Luíza. Decidida a recomeçar, muda-se para a capital com sua irmã, Lorena. Fernando...
