OIÊ! ESTOU EM ECSTASY POR TODOS OS COMENTÁRIOS NO ÚLTIMO 🙊 Simplesmente desacreditada que em 5hrs recebi quase 800. Isso nunca aconteceu e eu nunca cheguei nessa parte, então não sei como agir kkkk APENAS AGRADECER!
Obrigada, Michelle, por tantas inspirações nesse capítulo!
E muuuuuuuuuito obrigada pela amiga tão maravilhosa que Polin me deu, autoraclarissa , que me permitiu usar o nome dela como inspiração para essa personagem que eu amei escrever.
Esse capítulo NÃO FOI TOTALMENTE REVISADO, porque recebi visitas, mas prometi que postaria hoje. Então, faltando 1 minuto para domingo, POSTEI. 🙊
Peço que ignorem os erros. Bjsh
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Lima, Peru
18 de Setembro
Aqueles eram os sintomas de um infarto?
Colin sentia seu peito pressionado ao ponto do ar faltar. A dor era pesada, forte, aguda.
Então, junto da dor, havia também o formigamento nas mãos e no rosto. Os pés dele também estavam formigando e, talvez, fosse esse o motivo pelo qual ele estava sentado no chão do próprio apartamento com as costas encostadas na porta fechada.
A vertigem que antes era apenas um efeito colateral da desidratação pelo consumo excessivo de álcool no dia anterior agora se assemelhava a sensação de estar quase desmaiando.
Quase.
Por que não desmaiava logo?
O quase era pior do que a certeza e Colin percebeu isso quando ele quase pediu Penelope em casamento há cinco meses ou quando quase a abraçou há dez minutos. Quando ele quase a impediu de ir embora com o corpo todo trêmulo de choro repetindo "sinto muito" e "me desculpe". Quando ele quase disse a ela o quanto ele a amava e o quanto estava magoado. Quando ele quase...
Quando ele quase teve de volta aquilo que estava em todos os seus pedidos para estrelas cadentes: mesmo depois de meses, mesmo tentando evitar, ainda assim Colin via os pontos brilhantes no céu e desejava poder voltar para aquele dia em que ele estava contando-os junto de Penelope.
Colin quase conseguiu se mover, quase conseguiu falar, quase a impediu de ir embora mais uma vez.
Agora, sentado no chão do seu apartamento, segundos ou minutos haviam se passado enquanto ele sentia que seu coração iria explodir num quase infarto e, por um momento, ele desejou que isso acontecesse de verdade e que acontecesse rápido. Que a inconsciência o tomasse e que aquela sensação de dor dilacerante fosse embora.
Penelope era tudo o que ele desejava, tudo o que ele queria e, no entanto, ela também era a pessoa que trazia à ele o medo insano do abandono. A fortaleza que antes fora criada em cima do amor que ele sentia, agora era sua ruína de vulnerabilidade.
Ele se sentia como um menino, amedrontado e abraçado em sua própria dor paralisante.
Encostando a cabeça na porta de cedro, Colin fechou os olhos. Ele ouviu a lembrança da voz de Penelope sussurrando em sua mente que ele deveria tentar respirar com ela, acompanhar o ritmo de seu coração, inspirando e expirando para que ele controlasse o corpo e não o corpo o controlasse.
Ele quase podia sentir as mãos dela envolvendo-o, tocando seu peito, sua boca tocando seu ouvido e sussurrando que tudo ficaria bem enquanto ele dizia que tinha medo de magoá-la.
Inspira e expira.
Inspira e expira.
Inspira e expira.
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NAS ESTRELAS | polin
RomanceComo se estivesse escrito nas estrelas, Colin e Penelope têm um encontro inesperado no interior da Irlanda - enquanto Penelope tenta escapar de uma vida que parece vazia após uma série de desilusões, Colin luta para encontrar um propósito genuíno no...
