❌MONSTER ROMANCE ❌
Giulietta Caccino cresceu num lar extremamente religioso, onde tinha que seguir as regras a risca. Sem contato com as coisas mundanas, para não corrompe-la. Desde que nasceu teve como propósito em sua vida ser freira. E sua mãe se...
Antes de começarmos queria avisar que só mudei um pouco o título para não ficar só TORMENTO entt achei melhor colocar O SEU TORMENTO achei muito melhor. A história é a mesma.
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Eu caminhava pelo um bosque escuro e sombrio, sentia o frio gelar até meus ossos. Tudo a minha volta não tinha cor, brilho ou alegria. Era tudo tão morto, escuro e seco. Os galhos das árvores eram mortos, não possuía folhas ou flores. O chão era um barro escuro e velho com folhas secas que se despedaçavam.
O ruído do vento era baixo, a brisa gelada fazia os galhos secos se mexerem. O nevoeiro que cobria o bosque me dava uma péssima visão do que tinha a frente. Mas era como se eu soubesse que não estava sozinha, que algo estava ali comigo. Observando cada passo. Eu poderia sentir a tensão no ar, o clima pesado, algo que me cercava como um leão faminto.
Parei no caminho sentindo algo atrás de mim, uma presença que me causava arrepios da cabeça aos pés. Uma respiração pesada soava era como o vento, porém dava para sentir uma quentura vindo dele.
— Quem é você? — perguntei inserta.
Eu não me virei para olha-lo, eu estava tremendo com medo do que viria. Eu sabia que não era humano, só pelo peso dele perto de mim. A aura que emanava dele era sombria e angustiante.
— Algo que você tanto procurava — sua voz era grossa, sobre humana. O que fez meu coração quase parar.
— O que eu tanto procurava? — questionei ainda imóvel o sentindo cada vez mais perto.
— Você não veio até aqui em vão, querida — senti algo tocar meus cabelos.
Me fazendo dar um leve pulinho de susto, arrancando uma risada baixa, porém assustadora.
— Você veio atrás de algo, acha que eu não ouvi seu chamado? — continuei sentindo ele mexendo no meu cabelo — Suas súplicas, velas e aquele pobre animal morto e ensanguentado?
— Eu... Eu..., não sabia o que estava fazendo muito bem — disse hesitante — Não achei que funcionaria.
— Nunca ache nada, Giulietta. Acha mesmo que aquele ritual não me faria vim até aqui? Acha mesmo que eu não te conheço? Você me chamou e eu vim — senti algo quente se aproximar da minha orelha — Eu serei seu maior tormento.
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