Artes Inférias

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Esse, eu sou.

Nos cortes em minha pele,

admirar meu vermelho,

e cobrir minha própria carne,

em poemas de sangue.


As emoções passam por circuitos tão rápidos,

que às vezes minhas mãos as acompanham,

em poemas de hormônios.


Tire os tecidos de meu corpo e me encontrará,

sobre minhas artérias,

em poemas de cérebros,

compondo minhas artes inférias.

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