Melanocetus Johnsonii

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Em cada passo meu,
a força de alguém instigado
pelos lugares que nunca passei.

Não sei meu nome, mas sei boiar.
Amar o pra sempre, eu sei, mas me perco no hoje.
Sei que sou,
mas até quando serei?

Tenho um rosto e uma ideia,
ambos são horríveis,
mas sei que não sei.

Nessa escuridão, parece que,
toda luz que um dia senti,
era apenas a minha cabeça
e os Lockes sempre estiveram mortos.

Ah, pobres asas que se queimaram com o ar,
em direção ao fundo das lágrimas,
se afoga, nos amares e pesares.

Há arte em passar por rios
e beirar mares,
mas eu não sei nadar.

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