Os montes, no horizonte eu posso ver,
eles me chamam, em sons estrondosos,
imagens gloriosas, de um poderoso amanhã.
Brilha seu reflexo no céu,
como as memórias dos mais belos
minutos passados.
E a chuva cai, conforme os ponteiros correm.
Em folhas molhadas, se afogam as estações passadas,
enquanto abraçam o amanhecer,
meus sentimentos naufragados.
O vento, o tempo leva com o verde,
e deslizam pelo presente, os anúncios gloriosos
do incandescente além.
