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Capitulo 32

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Narrado por Alanna

Não acredito que isso aconteceu! Como fui me descuidar?! Eu os " forcei " a virem morar comigo para proteger a Lys! E o que acontece? Ela morre! Eu sou uma inútil!
Henrique está desabando em lágrimas, eu ainda olho incrédula para o corpo mutilado de Lys. Me abaixo e deito em seu peito. Sinto um cheiro estranho, o sangue dela não tem esse cheiro! Melo meia dedos com esse estranho líquido cor de ferrugem e levo-os aos lábios. Como eu imaginava. Não é a Lys!
Eu: Henrique essa não é a Lys!
Henrique: Como não ? Você é cega? É ela sim!
Ele falou meio enrolado e com a voz rouca de tanto chorar.
Eu: Não! Não é ela! O cheiro é diferente! E o gosto do sangue dela também!
Henrique: como você sabe o gosto do sangue da minha irmã?!
Eu:  Deve ser o mesmo que o seu! E eu já te mordi lembra?
Ele fez uma cara pensativa, olhou em meia olhos e disse:
Henrique: Se você estiver errada...
Eu: não estou! Vamos logo!
Ele enxugou as lágrimas, e se levantou. Estava indo para a porta, quando James para na minha frente e diz:
James: Vá logo Alanna! Ou a pequenina Elyzabeth não sobreviverá! Tic tac tic tac!
E deu uma risada maléfica.
Ele desmaiou.
Eu e Henrique não perdemos tempo, fomos correndo e entramos no carro. Posso não ter carteira mas sei dirigir.
Onde ela pode estar? Lembro me de um galpão mais afastado da cidade! Eu planejava cometer alguns assassinatos lá ;-;. Dirijo para lá imediatamente. Estou a quase 200 por hora. O velocímetro parece que vai explodir a qualquer momento. Chego perto, mas não muito. Consigo esconder o carro na  floresta. Eu desço.
Eu: Henrique fique aí! Se a Lus voltar sem mim vá! E não olhe para trás!
Henrique: eu não vou te deixar ir sozinha!

Porém já era tarde, eu já estava correndo e estava na porta da casa.

Pequena psicopataHistórias para pegar e não largar. Descubra agora