Capítulo 5

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Oi gente. Desculpa a demora, mas é que o tempo não colabora comigo e tive muitos compromissos. Mas eu espero que vocês estejam gostando da história. Vou dar um aviso importante: praticamente o livro inteiro vai ser narrado pela Mari, porque ela é a principal e o mundo gira em torno dela e eu não queria estragar esse detalhe, mas, quando der, eu coloco partes de outros personagens narrando.

Beijos e boa leitura💋💋💋

Pov Marinette

Uau! Não 'tô acreditando que eu bati no Adrien! A minha sorte – que é zero – é que nenhum professor presenciou essa briga. Imaginei a cara dele depois de ter passado na enfermaria. Sinceramente, nem sabia que eu tinha essa força. Mas até que valeu apena já que ele merecia depois de ter insultado meu pai e...

– ...nette! MARINETTE!

– Ah! – respondi, num pulo assustado.

– Calma, mulher, sou eu.

– Que susto Alya! Não me assusta assim. – digo, colocando a mão no coração em um gesto dramático.

– Foi mal, mas você não estava me ouvindo, então eu tive que gritar. Agora me explica: AMIGA, O QUE FOI AQUILO? - disse ela, surpresa.

– Aquilo foi o resultado de um insulto que o Agreste fez sobre o meu pai. – disse, cruzando os braços revoltada.

– Nossa senhora, Mari! Não sabia que você tinha essa força. – ela disse, colocando as mãos na cintura e me olhando, impressionada.

– Nem me fale. Até agora 'tô chocada com o que eu fiz, mas nem um pouco arrependida. Bem que ele mereceu!

– A sua sorte é que o professor não apareceu na hora, né?

– Sorte? Sim, embora eu não tenha muita. Bem, agora vamos nos sentar antes que o professor Marcos fique bravo com a gente. – disse, me sentando e continuando o papo com Alya.

Depois de conversar com ela sobre o ocorrido, tivemos que fazer uma maldita prova de matemática, entretanto eu não estava com cabeça para fazê-la. Provavelmente tirei uma nota quase péssima, mas boa o suficiente para ganhar um "muito bem".

Depois do teste,  fomos direto para o laboratório de Química e lá ficamos fazendo as mais loucas experiências ( Bem, pelo menos pra mim era, visto que algumas reações químicas são fascinantes). O sinal logo tocou e eu corri para o salão de teatro. Não queria me atrasar para o meu primeiro ensaio.

Quebra de tempo

Cheguei ofegante no salão, pois dei uma corridinha para não me atrasar, e, assim que recuperei o fôlego, me dirigi ao palco onde a professora Elaine ajudava na organização.

– Olá, professora Elaine! – digo, me aproximando e acenando a ela.

– Ãm? – ela fala, se virando confusa para ver quem a chamava. — Ah, olá Marinette! – diz ela, me dando um sorriso simpática e segurando sua prancheta. – E então, animada para o seu primeiro ensaio? – disse ela enquanto pegava uma cadeira.

– Sim! – respondo animada. – Não vejo a hora.

– Que ótimo! Bom, espere ali com os outros personagens da família Capuleto.

– Sim, senhora! — digo, acenando positivamente com a cabeça, e me dirigi rapidamente até onde os outros Capuleto estavam.

Logo percebi Alya no meio deles e fui me encontrar com ela.

– Nossa! Mas que surpresa! – digo surpresa por não saber se ela iria realmente participar.

– Deixa de ser boba! – ela diz, brincalhona. – Eu não consegui o papel que queria, mas consegui outro.

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