Capítulo 43

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         Desculpem a demora de postar, prometo que irei postar mais...  Mas ajudem com uns comentários, não quebra o dedo de ninguém kk

      
          Willian narrando

Estava foda. Nunca imaginei que iria sentir tanta falta de uma mulher, tanta dor.

Aqui me pego chorando por Alana. Meu amor, ela é o amor da minha vida, a mãe do meu filho.

Segurei Lucca que chorava, e tentei acalmar meu menino.

- Não fica assim bebê, a mamãe já já volta pra cuidar de ti viu. - sorri acariciando seus cabelos negros.

Eu ja estava chorando que nem criança, e com certeza meu filho estava sentindo falta da mãe.
Para mim doeu muito viver sem um pai presente, imagine para uma criança não ter amor materno.

Mas isso não vai ficar assim, não mesmo! Eu faço o que for pra ter Alana de volta, e tô disposto a mudar por ela. 

Meu celular tocou ,atendi, era Rangel.

IDL

- Oi parceiro! - falei.

- Tudo bem Willian? Tô te ligando pra te dizer que tá tudo certo, pode brotar aqui.

- Já é Rangel.

- Que barulho é esse?

- Meu filho tá chorando, com certeza deve ser falta da mãe..- falei tentando conter o choro.

- Fé irmão,muita fé. Se pra mim que não tenho filho tá difícil aceitar que Larissa está correndo perigo, imagina pra tu.

- Beleza, vou brotar aí. Fé pra nós! - desliguei.

FDL

Guardei o celular no bolso e chamei minha mãe.

- Mãe, chega aqui. - gritei para que ela ouvisse.

- Minha mãe foi pro mercado comprar umas coisas que nós necessitamos. - Murilo falou.

- Ah, eu preciso ir Murilo. -  passei a mão na cabeça. - Tu pode cuidar de Lucca por enquanto?

- Claro irmão, pode ir , eu não tô fazendo nada não. Daqui a pouco minha mãe brota pra acalmar ele.

- Obrigado irmão por quebrar esse galho aí..

- Com fé em Deus vai dar tudo certo! Alana vai voltar pra gente. - me abraçou.

- Espero.

- Agora me dá essa coisa fofa. - carregou Lucca. - Vem cá titio vou te mostrar um negócio massa no meu celular.

Vesti minha camisa, coloquei a arma na cintura e sorri ao ver como meu irmão tinha jeito com criança, Lucca chega calou o berreiro.

- Tchau, papai volta com sua mãe. - dei um beijo no rostinho do meu filho. - Vou lá mano.- fiz toque com Murilo.

Sai de casa em direção ao morro de Rangel. Juntamos meus soldados, os dele e os de Marcelo, amigo nosso também.

Eu estava botando fé que eu iria conseguir salvar minha dona encrenca.

Ia entrando no meu carro quando fui parado.

- Filho.

Era meu pai. Não consigo aceitar o fato dele tentar se aproximar de mim depois de anos, mas como minha mãe disse "pai é pai independente de tudo".

- Oi. - falei.

- Fiquei sabendo o que aconteceu com sua mulher, eu sinto muito.

- O que o senhor tá fazendo aqui no morro? Sabe que pode ser morto. Você é um polícia.

- Tu não ia deixar matarem teu pai, ou ia?

- Claro que não, já disse que não sou igual ao senhor.

- Willian...eu só quero ser seu amigo, facilita as coisas. Você é meu filho,e eu seu pai. Eu sei, eu sou policial você bandido, mas mesmo assim somos unidos por algo maior.

- Eu sei, foi mal. É que é difícil pra mim tá ligado?- ele assentiu

- Vai dar tudo certo pra você, você vai conseguir salvar sua mulher. Eu queria ver meu neto, eu posso?

Pensei um pouco. Ia dizer que não, mas não posso fazer isso. Não ia privar meu filho de ter um avô.

- Pode. - falei friamente. - Ô Junin. - chamei um vapor. - Escolta meu pai, quer dizer esse senhor pra minha casa e faz ele sair em segurança.

- Mas ele é polícia chefe.

- Não questione minha ordem, ele é meu pai, todo mundo tá ligado nisso! E ele não vai tentar ser nosso inimigo.

- Claro que não, você é meu filho, por mais que não aceite a vida que tu leva, jamais ia fazer algo.

Sai dali com a cabeça a mil. Tantos problemas, tantas coisas pra me preocupar.

     ***

Deu a hora de invadir. Rangel iria atacar por um lado, eu em outro.

- Fé pra nós!- falei.

Pedi proteção a Deus e fomos pra guerra.

Matei vários caras, todos que viam pela frente. Rangel já havia conseguido o que queríamos, a morte do nosso inimigo.

Ele me passou um radinho mandando nós comparecer no galpão onde estava Alana e Larissa, mulher dele.

Corri. Precisava abraçar minha Barbie, ela era tudo, só agora percebi.

Chegamos e ela estava toda machucada e chorando muito, a abracei com carinho acariciando seus cabelos..

- Meu amor. - sussurrei.

- Eu pensei que você não viria mais. - ela falou chorando.

- Eu nunca te deixaria.

- Foi horrível...

- Daqui pra frente será tudo diferente. Eu, você, Lucca, te garanto que nosso destino será implacável!

Destino ImplacávelHistórias para pegar e não largar. Descubra agora