Baekhyun só queria que Chanyeol tirasse seu gatinho da árvore.
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— Chaninho, desse já dessa árvore ou eu vou chamar o papai e ele vai te tirar a força. — gritou, Baekhyun, mas o gato nem deu bola para o menino, que esperneava como se isso fosse fazer o animal descer. — Por que justo hoje o papai foi trabalhar no turno da noite. — fez um bico e pegou o telefone no bolso, ligando para o corpo de bombeiros.
— Baekhyun, está tudo bem?
— Nini, o papai está aí? O Meu gatinho tá preso na árvore de novo.
— Não, Baekkie, ele está em campo. Não dá pra deixar o gato entrar em casa sozinho?
— Não, ele pode se machucar de novo. O Channie está ai?
— Sim, quer que eu chame ele?
— Quero, meu gatinho gosta dele, pede pra ele vir me ajudar.
— Tá, ele já está indo.
Não demorou nem meia hora e Chanyeol já estava na casa de Baekhyun, como todas as outras vezes, carregando uma grande escada para tirar o gato da árvore.
— Baekkie, gatos sabem se cuidar sozinhos, sabia? — disse bagunçando os cabelos do garoto e subindo na escada, pegando o gato na árvore.
— Mas eu tenho medo que ele se machuque, já aconteceu uma vez, o papai não estava em casa e ele resolveu descer sozinho porque estava com fome, acabou com a patinha machucada. — disse manhoso, pegando o gato no colo e fazendo carinho atrás das orelhas do bichano, o vendo ronronar.
— Tudo bem, se precisar sabe que pode me chamar sempre. — disse acariciando os cabelos do garoto novamente.
— Obrigado, você salvou o Chaninho. — sorriu, acariciando o gato e logo se dando conta do que disse, sentindo as bochechas ficarem vermelhas.
— O nome do seu gato é Chaninho? — o bombeiro perguntou rindo.
— Err... sobre isso...
— Você tem fantasias sexuais comigo porque eu sou bombeiro, né? — perguntou sacana, fazendo Baekhyun corar ainda mais e correr para dentro de casa com seu gatinho.
— Não é nada disso... só...
Quando Baekhyun se deu por conta, os corpos já estavam próximos demais, os lábios quase se roçando, foi impossível não segurar Chanyeol pelas bochechas e beijar os lábios cheinhos.
Beijar Chanyeol era diferente de tudo que imaginou. Os lábios macios, quentes, o beijo lento e intenso... aquilo estava o levando as alturas.
A mão de Chanyeol desceu lentamente até sua bunda, apertando de leve e o pequeno não conseguiu evitar o gemido, separando o beijo pela vergonha.
— Chanyeol-ssi, não pode tocar ali. — disse baixinho, mas sem se afastar demais do bombeiro.
— Que pena, eu estava pensando em fazer uma massagem no seu bumbum.
Baekhyun mordeu os lábios e olhou para Chanyeol com os olhos quase lacrimejando de tanta vergonha.
O pequeno segurou a mão do bombeiro e o puxou pela escadas da pequena casa, levando-o para seu quarto.
— A-aqui pode fazer massagem no meu bumbum.
Chanyeol sorriu e levou as mãos direto para a bunda de Baekhyun novamente apertando a carne farta enquanto beijava os lábios rosados.
— Já tocou no seu cuzinho, bebê? — perguntou levando o mais novo para a cama, tirando a calça de moletom juntamente com a cueca assim que Baekhyun sentou.
— Já toquei, Channie. — disse manhoso, deitando a cama e vendo o bombeiro tirar a farda, deitando sobre o corpinho pequeno e beijando o pescoço cheiroso.
— Você é tão pequenininho, tenho até medo de quebrar. — disse ao agarrar a cintura e esfregar seu membro ainda coberto nas nádegas do Byun.
— Não vai, me toca.
Chanyeol sorriu com a ansiedade do pequeno e tirou a blusa deste, ficando entre as pernas gordinhas e descendo os beijos até a entrada rosada.
Baekhyun suspirou e fechou os olhos, tentando controlar a vontade de fechar as pernas enquanto Chanyeol beijava suas coxas e ia se aproximando da entrada, logo começando a chupá-la.
O pequeno sentia o corpo inteiro tremer com o prazer de sentir as sugadas em sua entrada, ainda mais quando um dedo foi somado ao ato.
— Channie... isso é tão bom. — gemeu, sentiu as pernas amolecendo e não resistindo nem um pouco em mantê-las bem afastadas para ter o Park entre elas.
— Eu nem comecei, bebê.
Quando os lábios se encontraram novamente o Byun não se reconhecia mais, apenas queria matar a sua vontade de ter aqueles lábios sobre os seus, os carinhos e, principalmente, a vontade de ter o Park dentro de si.
— Pede, eu quero ouvir você pedir. — Chanyeol sorriu ao ver o garoto tão sensível ao seus toques.
— Eu quero você, Channie. — pediu baixinho, quase gemendo.
— Onde?
— Aqui dentro, todinho. — tocou sua entrada, o que deixou Chanyeol louco.
O grandão afastou as mãozinhas da entrada, substituindo por seu membro, esfregando a glande no cuzinho só para vê-lo se contrair várias vezes enquanto Baekhyun rebolava de forma tímida.
Entrou lentamente, vendo a entradinha se alargando e cada reação que o Byun tinha com ela, mas, ao contrário do esperado, assim que o garoto se acostumou as estocadas eram brutas. O Park segurava a cintura fofinha com força, metendo sem dó.
Chanyeol teria realmente medo de quebrar o Byun se não fosse os gemidos manhosos implorando por mais força, por mais intensidade. Os lábios de ambos já estavam vermelhos e o desejo queimava as peles.
Aquele momento não poderia ter fim nunca.
Mas assim como o esperado, assim que os ânimos acalmaram junto com o orgasmo, Baekhyun ficou terrivelmente envergonhado, escondendo seu rosto dos beijinhos e sorrisos de um Park quase apaixonado.
— Papai vai me xingar, eu não posso fazer isso de novo. — disse envergonhado, sentindo os beijos de Chanyeol por todo o rostinho corado.
— Você não vai conseguir ficar sem, bebê.
— Veremos.
{•••}
— Alô, Nini, o Channie está aí?
— Acabou de chegar, ele precisa dormir, Baekkie.
— Meu gatinho está preso na árvore, ele precisa vir tirar.
— É a quarta vez essa semana, corta essa árvore!
— Jongin-ssi! Chama o Channie. — falou como uma criança birrenta, ouvindo o suspiro e logo a risada gostosas do seu quase namorado.
— O seu gato está na árvore ou você está subindo pelas paredes? — perguntou rindo, já sabendo o que o Byun realmente queria.