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Você chamou o seu amigo Sanha para assistir uma sessão de filmes com você. Assim que ele chega você vai para o sofá e ele vai fazer pipoca. — Já escolheu o filme S/n? — ele grita da cozinha — Ainda não! — você responde. Segundos depois ele pula ao seu lado no sofá com uma travessa de pipoca na mão. — Nós poderíamos assistir um filme de terror… — ele sugeriu. — E se eu ficar com medo? — você faz um olhar choroso. — Eu te protejo S/n — ele fala se exibindo. — Aham, sei — você arqueia uma sobrancelha— Veremos. Vocês acabam escolhendo um filme sobre um palhaço assassino e começam a assistir. Minutos depois de o filme ter começado você escuta um grito vindo do seu lado e quando você olha vê o seu amigo se esconder embaixo do cobertor. — Essa foi só a abertura Sanha — você fala rindo. — Eu s-sei — ele força um sorriso — Eu estava só brincando. Para você nem era tão assustador assim porém para o Sanha… O filme não estava nem na metade e ele já estava embaixo do cobertor de novo. O filme estava no momento mais assustador quando você sente alguma coisa colocar a cabeça em seu colo fazendo você sufocar um grito de desespero. Você lentamente levanta a coberta e se depara com o seu amigo deitado em seu colo, totalmente adormecido. " Me proteger, sei". O filme acaba e o Sanha ainda estava dormindo em seu colo porém você estava com dó de acordá-lo. — Até dormindo ele é fofo — você fala o olhando. Sem pensar duas vezes você leva a sua mão ao cabelo do mais novo e começa a acariciar os fios loiros, você sempre quis passar a mão no cabelo dele mas você nunca teve coragem de pedir para ele. O cabelo dele era extremamente macio e você ficou acariciando ele em silêncio. Depois de horas passando a mão no cabelo do Sanha você se sente cansada e para o carinho, em resposta você escuta um resmungo do seu amigo. — Continua, por favor. — Você não estava dormindo? — Não.Eu acordei quando você falou que eu era fofo. Você sente o seu rosto pegar fogo naquele momento. — Então… você me acha fofo S/n? — ele sorri convencido. — N-não, claro que não. — Então por quê você está tão nervosa com a pergunta? — ele se aproxima de você. Vocês estavam tão perto que você podia sentir a respiração dele em sua pele. — E-eu — ele lentamente se aproximava de você — e-eu — ele te calou com um beijo carinhoso. Você fica extremamente surpresa, você não esperava aquilo. Quando vocês se separam você vê que ele está tão vermelho quanto você. — Eu gosto de você S/n, mais do que uma amiga…. — ele fala envergonhado — mas como eu não sabia se era recíproco eu nunca te contei. — E-eu também gosto de você Sanha, mas eu tinha vergonha de te contar… Ele abre um sorriso — Então.. podemos nos tornar… namorados? — Sim. Ele te dá outro beijo e fala: — Nunca estive tão feliz amor. — Nem eu querido. Vocês passam a noite juntos muito felizes por finalmente terem se tornado um casal.