Maldição do dia treze

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Volteis, volteis.

Mais um capítulo topzera aí pra vocês. Espero que vocês gostem, fiz com muito carinho!

×

~Toni's pov

-Vovó Katy! -Os trigêmeos pulam nos braços da mulher que logo larga as bolsas no chão para pegar os três.

-Céus, vocês estão muito pesados! -Eles voltam ao chão, pegando as bolsas para ajudar a avó. -Oi, meu docinho. -Ela beija a bochecha de Alex. -Oi, meu pãozinho de mel. -Faz o mesmo com Gael. -Oi, meu pedacinho do céu. -Repete o ato com Tom para então me fitar e seu sorriso morrer. -Antoinette, não vai vir falar com sua mãe, sua mau educada?

-Oi, mãe. -Ela me aperta em um abraço sufocante.

-Até que o apartamento não está tão sujo quanto pensei. Queridos, podem levar minhas coisas para o quarto? -Vejo a cara de raiva de Tom e apenas o fito com um semblante de "faz logo isso antes que a velha nos cozinhe vivos."

Eles o fazem.

Quando os três entram no quarto, minha mãe vai até a cozinha e eu a sigo como uma cachorrinha acuada.

-E então, onde está meu pai?

-Está bem, não pôde vir porque está atolado de trabalho. Tenho que aproveitar minhas férias, não é mesmo?

Aproveitar na minha casa?

-Aham, claro que sim. -Ela me fita com um semblante averiguador. -Vamos lá, me pergunte o que quer perguntar.

-Eu pergunto na hora que eu quiser, Antoinette! -Reviro os olhos, sentando na cadeira à sua frente. -Não revire os olhos para mim, garota! Espero que não esteja deixando meus netos mau acostumados. -Cruzo os braços.

-Eles que estão me deixando maluca, isso sim. -Minha mãe dá uma pausa na Katy dramática e dá play na Katy nostálgica.

-Estava com tanta saudade de você, meu amor. -Sorrio. -Está tudo certo mesmo por aqui, não é? Como está seu emprego? Venho recebendo umas belas fotos de Josie. -Suspiro.

-Está tudo nos conformes, mãe. Estamos conseguindo nos firmar. Josie anda me ajudando e me colocando no eixo, ela é essencial.

-Fico feliz. E, bem, sei que não queria que ele me falasse mas seu irmão me ligou ontem. -Arqueio a sobrancelha.

-E o que ele disse?

-Que você ligou para ele.

-É, eu liguei.

-Fiquei orgulhosa, meu bebêzinho. -Faço uma careta quando ela aperta minhas bochechas com uma força desnecessária.

-Ai, mãe!

-Me deixe curtir minha filha um pouco.

-Preciso arrumar o almoço dos pirralhos, ok? Você quer me ajudar ou prefere tirar um cochilo antes? -Dona Katy me olha com uma careta engraçada. -É, eu sei que a pergunta foi idiota. Vamos.

Dona Katy resolve me ajudar a cozinhar uma bela lasanha, já que era a comida favorita dos trigêmeos. Eu mais atrapalhava do que ajudava em algo, por isso, dez minutos depois ela me mandou ir arrumar a mesa. Era sempre a mesma baboseira.

-E então, Cheryl, ham?

Deixo os talheres caírem no chão, quase me cortando quando a faca cai perto do meu dedinho. Merda, merda, merda.

Uma tia nada normalOnde histórias criam vida. Descubra agora