Noite do Massacre

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Kassandra Biller 🔹

Estava na hora da festa eu proibi a selebração com o povo e inventei uma desculpa, provavelmente não é uma desculpa iria realmente chover hoje e com o tempo nebuloso a chuva parecia estar me mostrando o que seria de hoje. Eu estava tão anciosa por isso, passei a noite anterior vendo e revendo como será a morte de Diego, Brendon e Ketherine, porém ao ouvir a vontade de matar meus irmãos e o ódio na voz de Karty hoje me incomodou muito.

Kassandra estava em seu quarto olhando a cidade lá fora faltava 1hrs e 30min para começar a festa e somente 7:00hrs para matar Diego e Keity junto com qualquer um que se poste a lutar contra ela.

Flashback-Off

Estavamos eu, Diego e Keity no jardim do castelo, claro havia guardas e as nossas damas e mordomos muitos doces e bebidas. Os muros ao redor do castelos alimentavam em sombras era o fim de tarde e se podia ver as sobras de guardas ali, claro se você chegasse perto o suficiente dos muros.

Tínhamos 12 anos e estávamos correndo pelo jardim que parecia um labirinto, subimos em árvores, caimos, ralando o joelho e continuando a correr logo depois até cansar coisas que crianças faziam.

Estávamos perto de uma enorme árvores com um longo tronco a árvore de Wisteria ela tinha flores rosa e o trono baixo mas os seus galhos eram enorme e a única árvore ali grande o restante era flores selvestres coloridas e no meio delas uma fonte de água jorrava do chão para baixo dos pequenos muros um com duas estátuas de gárgulas com arcos e flechas na mãos apontando para nós e o outro com um homen segurando uma espada na mão esquerda direcionando a para o céu.

A árvore Wisteria era a única árvore ali que nos dava sombras já estava ficando escuro e nos subimos lá em cima rindo muito alto.

- Vamos entrar crianças desam daí! - Pediu uma voz feminina lá em baixo.

Respostas - Já vamos Vera. Respondemos juntos rindo.

Vera era umas de nossas babás, ela era ruiva e muito bonita estava para se casar com Filipe Guterres de um dos guardas do castelo mais legal e divertido.

Nossos vestidos longos não permitia que Keity e eu desecemos rápido o bastante. Olho para cima e vejo que Diego está no mesmo lugar, olho de lado para Keity que não pareceu notar.

- Diego está tudo bem? -  Pergunto meio assustada com o meu irmão pois ele estava olhando para baixo, de pé no galho da árvore completamente imóvel.

Keity que havia parado de descer da árvore olha para Kassy.
- O que deu nele? -  Pergunta para mim que não sei responder, então não respondo, começo a subir na árvore até o último galho aonde Diego está imóvel sem piscar ou responder, sei que Keity começa a subir o galho atrás de mim.

- Guinho!? - Chamo-o pelo apelido que botamos nele ou "Dieguinho".

De repente ele alevanta a cabeça mas ainda está de costas e pela surpresa delas, ele se joga do alto da árvore, com o seu estinto protetor Kassy o segura pela mão do braço direito com firmeza e a outra no tronco da árvore agora deita de lado para não cair, Keity grita por socorro, sem ver Kassy podia escutar passos de guardas e empregados correndo em suas direção, desesperada Kassandra vê a camisa de Diego começar a rasgar, seu irmão por vez estava imóvel não gritara nem dissera nada. A menina teve que soltar o galho para pegar o garoto direito, apenas a metade do corpo se assegurava no tronco, Diego acordou e começou a se desesperar jogou seus braços para se agarrar em Kassy, a menina começou a resbalar para baixo então sentiu Keity a pegar pela cintura e pelo vestido, podia ouvir um galho se quebrando pelo peso de alguém e as empregadas gritando de desespero pelo ocorrido.

Hereditária: Entre Lobisomens e VampirosOnde histórias criam vida. Descubra agora