"Mas, se eu lhe disser quem sou, você pode não gostar de quem sou, e isso é tudo o que tenho"
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
POV'S S/N
-Chegou a hora- Five diz e todos nós descemos do carro.
O carro que vimos antes, para distante do nosso, dele descem duas pessoas com máscaras estranhas, eles andam em nossa direção e Five vai ao encontro deles.
-As máscaras são mesmo necessárias?- ele pergunta colocando as mãos em seus bolsos e eles tiram as máscaras as jogando no chão.
-E aí? Onde está?- pergunta a mulher.
-Nossa vai começar assim?- começa Five- Olha a gente pode voltar para o nosso carro e dar isso por encerrado...- ele diz com seu típico sorriso cínico.
-Não vai andar nem até a metade- ela diz apontando uma arma para o mesmo.
-Pode ser...mas como descobriram no último ataque de vocês o meu irmão não é um gigante qualquer...e a minha garota é mais perigosa do que vocês pensam- ele diz e eu sorrio.
-Vimos um lustre cair nele e ele levantou...- o homem diz.
-Antes de vocês acabarem com ele e com ela, vocês morreriam...e aquela maleta seria esmagada até virar pó- Five diz.
-Como ajudaremos um ao outro?- pergunta o homem.
-Eu quero que entrem em contato com a sua chefe, quero falar com ela cara a cara- ele diz sério.
-Sobre o que?- a mulher pergunta ainda apontando a arma.
-Isso não te interessa!- ele diz grosso.
-Só não fale para ela sobre a maleta- a mulher diz.
-Prometo- ele fala sem dar muita importância.
A mulher vai até um telefone público e começa a discar alguns números, eu estava meio nervosa...Five caminha até nós e segura em minha mão olhando nos meus olhos me passando uma certa confiança.
-O que fazemos agora?- eu pergunto.
-Vamos esperar- ele diz vago.
Ficamos esperando, até que vimos um carro de sorvete...que merda é aquela?!
-É ela?- Luther pergunta tão confuso quanto eu.
O carro passa por nós e vemos Klaus acenando pela janela e Diego juntamente com ele.
-O que eles estão fazendo aqui?- Five pergunta.
-Só sei que coisa boa não é- eu falo.
-É armação- diz a mulher e começa a atirar em nossa direção.
Luther tenta nos proteger se colocando a frente de nós, mas como eu sou muito sortuda levo um tiro de raspão, isso era tudo que eu precisava para me descontrolar.