Capítulo 34

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Olá, pessoal. Fico muito feliz que estejam gostando da fanfic, muito obrigada por lerem, de coração. Desculpem pela demora do capítulo, minha avó faleceu devido ao covid-19 e minha vida virou de cabeça pra baixo por um tempo. Enfim. Pelo menos ela está num lugar melhor agora.

Como me apaixonei por Corte de Espinhos e Rosas, fui atrás de mais livros da Sarah J. Maas. Foi a melhor decisão que tomei na vida, porque Cidade da Lua Crescente é A obra de arte. Estou fascinada com a quantidade de palavrões do livro, mas também, a classificação é +18 hahaha.

E vocês verão no presente capítulo o resultado de eu ficar me inspirando em livros de fantasia. Eu estou nas nuvens com esse capítulo <3 Mais personagens, mais intrigas, mais gente poderosa <3

Gostaria de agradecer de coração:

Do Wattpad: @0LuaAzul0 @Itami_Malfoy_Uchiha @EvelynBorges770 @dark-sia @iSTR4WB3RRY_ @LuizHenriqueLangePom @clara1w @Oisol2619 @RafaelaSilveira5 @lokideus @Ste_Kura @MarinaBotelho @sadbbyz

Do Social Spirit: @Lucy-Scarlet @KarolayneGR @MoonKryo @Amon_com @Anamalokeira165

Do Nyah!: Sinceramente, nem sei porque me incomodo de colocar o Nyah aqui. Ninguém lê mesmo kkkk

Espero que vocês gostem de ler esse capítulo tanto quanto eu amei escrevê-lo.

{Katherine Adams Kohls}

Eu sentia tudo –— desde a água salgada com forte cheiro metálico que encharcava meus tênis até as chamas douradas que chamuscavam meus cabelos pretos. O cheiro de sal, sangue e cabelo queimado me atingiu como um soco no estômago –— uma onda súbita de náusea atravessou minha garganta. Meu corpo se moveu sozinho, antes mesmo que meu cérebro registrasse o que estava acontecendo.

Me joguei no mar de sangue e me impulsionei o mais fundo na água que conseguia, cada vez mais longe da terra, cada vez mais fundo. Meu corpo se movia sozinho, meu cérebro, pouco fazia para tentar impedi-lo. Quando recobrei meus sentidos, compreendi a urgência que tanto sentia – eu estava em chamas. O cheiro de cabelo queimado... Forcei minhas pernas a se moverem, até que minha cabeça encontrou a superfície. Quando observei em volta, notei que era um pântano no meio de uma clareira com um lago de sangue muito fundo. E que eu havia entrado no lago sem pensar duas vezes.

Suprimi um grito de puro horror. Havia uma criatura gigantesca a meros quatro metros de mim, com seus olhos psicodélicos de arco-íris bem abertos me encarando fixamente. A boca da cobra parecia sorrir de canto para mim, e me assistia com diversão enquanto eu me debatia como uma mosca na teia da aranha.

- LOKI! O BASILISCO! É O BASILISCO! – Gritei tão alto que me esqueci de continuar batendo os pés. Afundei no lago de sangue. Uma coisa se movia abaixo dos meus pés – um rastro de chamas douradas me seguia sem cessar. Parecia outra cobra, mas essa brilhava e queimava. Gritei ainda mais alto debaixo da água ensanguentada e comecei a me forçar para trás, de volta para onde tinha entrado. Minhas lágrimas estavam misturadas ao lago de sangue, eu tentava encontrar uma saída, eu precisava achar uma saída...

A terra tremeu. O lago tremeu. E eu sabia, sabia que aquele monstro gigante havia se movido e estava pronto para me devorar. Eu não sentia nada direito, nem sequer respirava direito, e minha cabeça estava tão confusa...

Meu corpo foi arremessado violentamente contra o tronco de uma árvore, do lado oposto ao da cobra gigante. Perdi o ar quando minha coluna colidiu contra o tronco da árvore e então foi uma queda seca de dois metros de altura. Raízes negras e selvagens não são o tipo de travesseiro ideal para se cair de cabeça; ainda mais quando você está paralisada com olhos arregalados igual a um peixe morto.

Liars and KillersOnde histórias criam vida. Descubra agora