Meu nome era Katherine Adams Kohls, quando tudo começou eu tinha 17 anos e morava em New York. Uma única noite conseguiu mudar a minha vida inteira: a noite em que eu soube que, de fato, eles existiam. Quando eu soube que ele existia. Foi a noite na...
Olá, queridos leitores. Agradeço a todos os comentários, votos e acompanhamentos que a fic conseguiu até aqui, muito, muito obrigada. Então, a fic se passa antes de Guerra Civil, e espero que gostem desse capítulo, deu um trabalhão para escrever. A parte boa é que só falta uma semana para as férias, e quero escrever bastante nesse período. Meu notebook tinha quebrado, mas graças à Frigga (e ao técnico de informática que a minha mãe levou), consegui continuar o capítulo que permaneceu intacto (Ufa!). Enfim, espero que gostem desse capítulo, beijos.
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Natasha abriu a porta e entramos na sala. A primeira coisa que vi foi os símbolos da SHIELD e dos Vingadores nas paredes, depois uma mesa redonda com treze lugares - três deles vagos. Natasha entrou na sala e perguntou:
- Quem faltou? - O Capitão respondeu:
- Thor está cuidando de guerras em algum dos Nove Reinos, Sam está em algum lugar na América do Sul executando algum protocolo de segurança da SHIELD e o Scott quase nunca está presente nas reuniões, então...
- Menos, Steve. - disse a garota loira da boate. Não fazia a menor ideia de onde ela tinha saído.
Olhei para cada rosto dos heróis sentados à mesa: um loiro alto ainda com o uniforme de Capitão América (Steven Rogers, o Capitão América); um moreno com cavanhaque e uma camisa do Black Sabbath (eu o reconheci como o bilionário Tony Stark, o Homem de Ferro); um homem de óculos com a camisa simples e um jaleco branco com cara de cientista (também o reconheci como o doutor Bruce Banner, o Hulk); um homem negro com uma postura bem ereta de um militar (coronel James Rhodes, o Máquina de Combate); a ruiva que foi simpática comigo apesar de parecer uma arma de destruição em massa (Natasha Romanoff, a Viúva Negra); um homem com um uniforme semelhante ao de Natasha, com cabelo castanho-claro e óculos escuros (Clint Barton, o Gavião Arqueiro); um "homem" com a pele vermelha e com uma jóia no centro da testa, usando um uniforme verde com uma capa amarela (o Visão); o garoto com cabelo branco ainda estava comendo o hambúrguer e sorriu para mim (o conheci como Pietro Maximoff, o Mercúrio) e meu sangue gelou quando olhei a última pessoa sentada à mesa com o restante - cabelos escuros presos em um rabo de cavalo, a jaqueta vermelha com as mangas levemente arregaçadas e os olhos claros contornados de preto me paralisaram completamente. Para a minha surpresa, a garota sorriu para mim amigavelmente e disse com seu sotaque carregado:
- Meu nome é Wanda Maximoff. Vejo que você já conheceu meu irmão. - fitei Pietro, que sorriu de boca cheia para mim e acenou. - Aqui no grupo, sou conhecida como Feiticeira Escarlate. - Arregalei um pouco os olhos e fixei meu olhar em Wanda, com milhares de perguntas na cabeça e não queria que ela as enxergasse. Não sabia quanto tempo se passou até que o barulho da porta abrindo fez-me acordar do meu torpor. Virei rapidamente e meu coração acelerou com o que vi. Luke estava seguro, sem ferimentos graves, só havia curativos em seus pulsos e um band-aid pequeno em sua sobrancelha. Corri até ele e o abracei forte, agradecendo silenciosamente a quem estivesse ouvindo por ele não estar machucado. Ele riu: