Capítulo 28

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Primeiro, eu gostaria de agradecer de coração a todas as pessoas que lêem essa história. Vocês não fazem ideia do quanto é importante o apoio de todas vocês, e isso me deixa tão imensamente feliz que me sinto honrada com cada comentário aqui <3

Segundo, gostaria de agradecer aos users do Wattpad  @lokideus  @sinoartx  @BiaHiddlesBarnes887 pelos comentários <3

Um quick update: me senti muito inspirada nesses dias, e resolvi escrever esse capítulo pequeno, mas agradável. Espero que gostem. Um beijo.

P.S.: Comecei "Corte de Espinhos e Rosas" ontem, estou amando o livro e super recomendo!

{Katherine Adams Kohls}

Comecei a organizar as caixas no quarto, ainda havia algumas pequenas coisas a serem levadas do apartamento de Sage ao apartamento da tia Sarah e do Luke. O loiro entrou pela porta, trazendo consigo mais uma caixa grande com roupas para serem colocadas no guarda-roupa. Abri a caixa e comecei a pendurar minhas roupas.

- Kate, tem certeza de que quer ficar aqui? E se você não ficar confortável? – Tentei sorrir para Lucas de modo a tranquilizá-lo, afinal, tínhamos nossas desavenças, mas nos preocupávamos um com o outro.

- Está tudo bem, Luke. Acho que será bom que eu fique aqui. – Disse, ajeitando mais roupas nos cabides. – Se não for incomodar, claro.

- Kate, você sabe que já é da família. – Ele entrou e começou a me ajudar com as roupas.

- Eu sei, mas não quero ficar dando trabalho para a sua mãe. – Lamentei.

- A sua mãe faria o mesmo por mim. Somos uma família, mesmo que não seja de sangue. Você não achava mesmo que a minha mãe iria te deixar voltar para a casa dos seus pais só porque não deu certo o apartamento da Sage, não é? – Suspirei.

- Tudo o que eu sei é que aqui será melhor para mim. – Me sentei na cama, sem travesseiros ou lençóis. – Eu briguei com o Thomas, ele disse coisas horríveis para mim. Minha mãe ficou tão brava que se intrometeu. Agora... – Olhei para as minhas mãos. – Bem, acho que agora estou com um amigo a menos. – Sorri tristemente para o loiro, que cruzou os braços. Ficamos em silêncio por um tempo, até que ele o quebrou:

- Se uma amizade é tão frágil que não sobreviveu a uma briga, será que ela realmente valeu a pena, desde o começo? – Comprimi os lábios. De certa forma, eu não ligava para o que Loki pensava de mim. Mas isso não significava que eu não ligava para ele, afinal, eu estava tão entretida, determinada a descobrir o que nos unia... Até que, de todas as palavras, ele escolhera aberração. Não "criatura", não "monstro". Aberração. Respirei fundo. Eu havia me esquecido de não baixar a guarda perto dele, havia esquecido sua habilidade de ser tão cruel com as palavras.

- Se valeu a pena ou não, agora cabe ao tempo dizer. – Olhei para Luke, parado aos pés da cama. Eu ainda tinha meu orgulho, e estava farta dos problemas temperamentais do asgardiano. Loki sempre me deixava às cegas, nunca me revelava as coisas mais fundamentais, como o motivo de sua perturbação, ou o que ele já sabia sobre mim, ou sobre o destino. – Não serei eu a ceder e pedir desculpas, e temos coisas mais importantes para nos preocupar. – Lucas assentiu.

- Falando nisso... O Tony Stark sabe sobre a história da bolsa... – A expressão debochada dele completava a frase por si só: "a história que você inventou?".

- Ele adicionou o número dele quando devolveu meu celular. – Dei de ombros. – Deixei o recado com a Sexta-Feira. Não vai demorar muito para ele saber. – Até que eu fora convincente, teria que sustentar a história. E, no fim, eu sabia que adoraria descobrir mais sobre Asgard e seus guerreiros. Os deuses nórdicos, as criaturas, a magia e o poder... As histórias sempre me fascinaram.

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