Capítulo 33

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Ludmilla retorna ao palanque onde seria a coletiva de imprensa. E pela sorte de bruna, começa as perguntas e uma delas envolveu bruna.

- Presidenta Ludmilla? - Chama uma repórter para fazer a pergunta.

- Sim. - disse Ludmilla.

- Eu sei que está bastante cansativo essa pergunta, mas todos nós queremos saber. Vai ter a volta de brumilla? - pergunta a repórter.

Antes de ludmilla dizer qualquer outra coisa, bruna entra no meio da coletiva.

- Brumilla está mais vivo do que nunca, coração. - disse Bruna subindo no palanque e dando um beijo na ludmilla.

Ludmilla fico sem reação não sabia o que falar, ela tinha entrado em pânico. Aquilo parecia um sonho, mas não era. Era real.

- Se ela está falando, quem sou eu pra discordar. - disse Ludmilla sem graça.

A acessora vitória deu a coletiva como encerrada naquele dia, todos queriam entender o motivo daquela entrada de bruna.

- Eu não sabia que você ia fazer aquilo. - disse Ludmilla com um sorriso no rosto.

- Tenho negócios pendentes com você. - disse Bruna.

- Quais? - pergunta Ludmilla com a cara de espanto.

- Antes que você responda bruna, eu quero saber o que a senhorita faz aqui nessa coletiva. - disse Valéria com a mão na cintura.

- Talvez eu possa salvar a carreira da ludmilla. - disse Bruna dando um sorriso de canto.

- Sem chances, a gente já conseguiu sem a sua ajuda. - disse Valéria soltando uma gargalhada.

- É, mas quando eu disse que tínhamos voltados todo mundo amou. - disse Bruna.

- Ela tem razão valéria. - disse Ludmilla.

- Cala boca ludmilla, virou uma cachorrinha dela agora foi? - disse Valéria falando alto. - Essa aí o...

- Essa aí o que? - pergunta Ludmilla nervosa. - Olha como você fala da bruna.

- Quer saber de uma coisa, vou dá uma volta por aí. - disse Valéria virando as costas.

Agora só tinha ficado as duas na sala.

- O que você quer de mim? Anda, fala logo. - pergunta Ludmilla irritada.

- Calma, pensei que tinha sentido falta minha. - disse Bruna fazendo uma voz manhosa.

- Sim, eu sentir a sua falta. - disse Ludmilla. - Me fale logo o que tu quer.

- Ok, é bem simples o pedido. - disse bruna mexendo em alguns quadros.

- Que pedido? - pergunta Ludmilla sem entender.

- O meu pedido é que você sofra e passe por todas as humilhações que já passei desde daquele dia da sua traição. - disse Bruna frente a frente com ludmilla.

- Que humilhações? Ninguém mandou se casar com uma oliveira. - disse se gabando.

- Você vai me pagar. - disse Bruna.

- Como? Bruna, você não tem provas alguma que possa comprovar de situações que poderia manchar a meu mandato. - disse tomando um whisky.

- Será mesmo? Lembra do senhor garcia? Então ele não morreu querida. - disse Bruna desafiando.

Nessa hora ludmilla fica pálida. Como pode o Garcia não ter morrido com aquele veneno.

- O veneno que você injetou nele foi água. - disse Bruna se divertindo.

- Sua desgraçada! Eu quase morri por causa dele e você ainda fez isso comigo. - disse Ludmilla aos berros.

- Você me traiu porra! Eu nunca iria te perdoar, já fazia algum tempo que eu sabia. - disse Bruna. - Mas não quis contar, porque você negaria tudo.

- Sua louca! - afirma Ludmilla passando a mão nos cabelos.

- Pra isso não vazar na imprensa, eu que quero você faça tudo que eu mandar. - disse Bruna com um olhar vingativo.

- Tudo o que garota? - pergunta Ludmilla.

- Tudo lud! A única coisa que nós não poderemos ter é uma relação como outros casais. - disse Bruna.

- Que relação é essa então caraí? - pergunta Ludmilla com os braços abertos.

- Uma relação extremamente profissional. - disse Bruna cruzando os braços.

- E depois? - pergunta Ludmilla.

- Você receberá ordens de mim. - disse Bruna.

- Tô fora! - afirma Ludmilla olhando para janela.

- Tá, então o seu vídeo vai para a imprensa agora. - disse Bruna pegando o celular.

- Não! - afirma Ludmilla mostrando como um sinal de espera. - Eu aceito esse acordo.

- Ótimo! - disse Bruna abrindo a porta. - Boa noite Ludmilla Oliveira!

Ludmilla estava ferrada, ela antes tinha uma amiga, companheira e esposa. Agora tem uma inimiga. Ela teria de apelar para o outro lado, mas qual será esse outro lado?

A PresidênciaOnde histórias criam vida. Descubra agora