• Pov's Autora:
- eu posso ver a Dulce, doutor? -Christopher perguntou ao médico.
- Qual parte do "fique longe da minha filha" você não entendeu? -Indagou Felipe.- Ainda mais que você teve a ousadia de engravidar a minha filha. -olhou sério ao loiro.
- Não en... -parou de falar pensando um pouco.- Está certo, e é por isso que quero vê-la e me certificar que está bem. Não sei sabe, mas eu levo família muito a sério.
- ah claro. -disse irônico.
- Posso ver doutor? -Voltou a perguntar.
- Pode, mas poucos minutos que o horário de visita está acabando e ela deve estar dormindo. -Alertou o médio, todos assentiram.- Me acompanha.
Christopher observou o médico virando e começando a andar, em seguida foi atrás. Chegou na porta do quarto, antes de entrar o médico falou as últimas ordenança.
- Tem apenas alguns minutos. -olhou no relógio, Christopher assentiu e o médico saiu.
Christopher pôs a mão sobre a maçaneta e girou-a entrando e logo fechando a porta. Virou para que pudesse ver Dulce, ela estava deitada com a cabeça virada de lado oposto não conseguindo ter certeza se a mesma dormia ou está acordada. Então se aproximou, ficando um tempo olhando sem expressão alguma no rosto do rapaz, mas na sua cabeça estava agitada com inúmeros pensamentos.
• Pov's Christopher Uckermann:
Dulce grávida. Grávida.
Essa frase fica martelando na minha cabeça sem parar. Não acredito nisso, e Felipe achando que fui, não é pra mais porém ainda não tivemos nossa noite até quero mas Dulce foi tão difícil no inicio que não tive tempo. Agora estou com muito ódio, que Pedro conseguiu do jeito errado mas... e argh, como odeio esse cara. Tomara que ele esteja apodrecendo no inferno. Só espero que a Dulce não se lembre de quem ela está esperando um filho.
Me aproximei de sua cama e ouvi um barulho dela se virando para ver quem se aproximava.
- Ah, está acordada. -Forcei um sorriso.- Como está?
- Então, minha dor de cabeça já passou.. não estou com vontade vomitar mais.. então estou bem. -Sorriu.- Uma coisa não entendi, o médico me disse que estamos bem. Por quê "estamos"? Só sou eu.
- Ele não te contou?
- O que? -perguntou confusa.- Apenas me disse para descansar bem.
- Melhor assim.
- Não, me fala.. o que o médico disse? -Dulce se sentou na cama me olhando fixa.
Fiquei olhando-a por um tempo. Respirando lentamente.
- O médico disse que... -pensei- que.. que.. -olhei pra cima procurando palavras. Sentei na cama de frente a ela.- você está grávida.
- Grávida?
Ela me encarava assustada e surpresa ao mesmo tempo. Sem reação.
- Grávida? -Assenti.- Mas.. nós chegamos a.. quer dizer.. não me lembro muito. -sua voz sumia enquanto duas lágrimas escorria pelas suas bochechas rosada.
- Sim.. vamos ter um filho. -Abri um sorriso que o fez abri também.
Ela repousou sua mão na barriga sorrindo, depois voltou seu olhar a mim, me abraçando e surpreendendo com um beijo. Acabo retribuindo, como estava com saudades de ter esse beijo só pra mim. Esse beijo doce, calmo e apaixonado enquanto minhas mãos agarra aquele cabelo ruivo e macio dela, a puxando cada vez mais pra perto. Que saudades.
Deveria ter dito a verdade que o filho não é meu e que ainda não transamos mas assim é melhor que ter mais sofrimentos e pelo que conheço iria sofrer outra vez.
Fiquei mais um tempo com Dulce até que a pegasse no sono, assim que pegou no sono beijei sua cabeça a ajeitando na cama e arrumando seu travesseiro e saindo.
- Até que enfim. O que fez lá com a Dulce? -Felipe perguntou.
- Relaxa, apenas conversamos. Sogrão. -sorri de lado.
- Não me chame de sogro. O Lucas é meu genro você não.
- Mas eles terminaram.
- Será que podem parar de falar como se eu não tivesse aqui? Obrigado. -Lucas disse se metendo no meio.
+/-
Decidi sair e caminhar um pouco esfriar a cabeça. Caminho até a praça principal de Nova York e me sento no banco observando o movimento do local.
- E aí cara! -Christian e Alfonso se aproximaram me cumprimentando.
- E aí. -desanimado.
- Que foi cara? Ânimo é esse?
Eles sentaram do meu lado.
- A Dulce está grávida.
- Uau, então finalmente você conseguiu legar a ruiva pra cama? Parabéns cara, nunca duvidei de você. É o rei mesmo. -Disse Alfonso batendo nas minha costas.
- Não, não. -encostei minhas costas no encosto do banco e olhei pra eles.- Nós ainda não transamos.
Os dois ficaram surpresos e.. confusos.
- Então, como ela está grávida? -Perguntou Alfonso.
- Não vem dizer que é do panaca e idiota do Lucas?! -Perguntou Christian.
- Pior. Antes fosse do Lucas, seria melhor. -Suspirei.- É do Pedro.
- Porra! Caralho! Que filho da puta! -Disse Christian.
- Ela sabe?
- Da gravidez sim, contei agora pouco mas ela acha é nosso. Meu e dela. Ela acha que formaremos uma família a partir de agora. -balancei a cabeça.
- Não pretende contar? -neguei- e se ela descobrir?
- sei lá cara... -foi interrompido.
- Ai meu Deus, finalmente te encontrei gatinho.. nunca mais voltou a me ver. -disse chegando toda animada me abraçando.
- Angelique? O que quer? -respondi tirando dos meus braços.
- Ai gatinho, estou com saudades. -fez bico. Revirei os olhos.- Depois da nossa última noite mais maravilhosa de todas não me procurou mais. Fiquei com muita saudades e com mais vontade.
Ela passou os braços envolta do meu pescoço e beijando, dando leves mordidas e alguns chupões.
- Olha Angel, foi mal ter te deixado mas não estou muito afim beleza? -Digo tentando me desgrudar.
- Ai gatinho, você devia por umas quatros semanas direto só por ter me deixado só -disse brincando alisando com o dedo indicador o meu ombro.- mas se está cansado, eu não me importo de fazer tudo sozinha mas vamos.. sua casa ou a minha? -dando selinhos em meu ombro, subindo de leve pescoço, e lábios.
- Já disse caramba. Não estou afim. Me deixa. Vai pegar outro idiota para servir de objetinho sexual. -me levantei e sai de perto.
- tomou gatinha? -Christian debochou e me acompanhou.
- Podia ter ficado sem essa gata. -Alfonso disse e saiu.
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Criminal Love
FanfictionE se você se apaixonasse pelo rei do tráfico? Um homem na qual é o mais temido da cidade. Ela, uma garota de 17 anos qualquer. Ele, o rei do tráfico aos 19 anos. Ela, inteligente com notas boas no colégio. Ele, ao contrário, era o pior aluno. Profe...
