Emily Jones era apenas uma criança quando ouviu sobre os jovens irmãos Shelby.
Após esbarrar com um deles, o aviso de sua mãe a fez repensar. Eles seriam maus? Tinham quase sua idade... Devia temê-los tanto assim?
Bom, uma amizade - ou não - lhe tra...
Ufa, demorou mas tá aí KKKK aproveitem, perdoem qualquer erro...
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Emily Jones
A mente de Emily criava os piores cenários possíveis.
Imaginava sua mãe chegando em casa, não a vendo e, consequentemente, teria de mentir... mais uma vez. Lhe serviu de alívio se lembrar que não estava fazendo algo de errado. Afinal, estava ajudando alguém, não é?
Por mais que sua preocupação a alcançasse, quando chegaram, Emily quase se esqueceu do que tanto temia. Seus olhos se arregalaram e seu quase caiu. A casa era enorme.
- Vou ver se minha tia está, fique aqui - Thomas falou antes de se aproximar da porta, onde um pouco atrás, Emily o esperava. - Venha, pode entrar.
A jovem caminhou até ele e passaram os dois pela porta. Além de grande, era uma casa bonita. Com tapetes e cortinas de cores complementares, salas e mesas, e uma grande escada que parecia levar para um andar de aparentemente vários quartos. Emily observou a sala por um momento. Droga, só aquela área já era o tamanho de sua casa inteira.
- Melhor subirmos, se minha tia te ver irá querer conversar até o final do dia - Tommy se aproximou do pé da escada.
Emily no entanto se via perdida como tudo era bonito. Comparava onde morava, e aquilo. O piso de madeira polido, as cortinas de um tecido que não demorou nem um segundo para reconhecer ser seda.
- Você vem?
Ela virou o rosto.
- Sim - falou, ainda meio perdida e envergonhada. - Sim, claro, desculpe.
Dali, enquanto subiam, percebeu que sua teoria sobre ter vários quartos era na verdade um fato. Se perguntava em qual deles Thomas a levaria. Até que chegaram em um quarto vazio, simples. As paredes eram cobertas por um papel de parede bege e encostado em uma delas havia um grande armário de madeira e uma cama, posta embaixo da janela.
- Você tem algum tipo de... Caixa de primeiros socorros? - perguntou Emily em tom baixo, mas pelo silêncio que estava no lugar, foi ouvida sem esforço.
Thomas pareceu pensar.
- Sim, tia Polly tem o costume de guardar neste armário - o garoto andou até a porta, as abrindo e pegando uma caixinha branca debaixo de algumas roupas penduradas no cabide.
Emily se sentou na cama próxima e começou a separar o conteúdo de dentro. Um pequeno frasco onde me sua embalagem, escrito à mão, tinha anotado: "Soro fisiológico". Outro recipiente com a mesma letra, porém escrito "Álcool", um pouco de algodão e um pequeno rolo de esparadrapo e gaze.