Durante a semana Felipe ia sempre trabalhar mais alegre e isso era perceptível não só pelos seus funcionários mais também pelo público. O que gerou vários comentários e reportagens sobre o assunto é junto veio também algumas especulações sobre o mesmo está namorado. Com tudo, ele estava tão feliz que nem se importava, pois o seu relacionamento com seu filho estava indo cada fez melhor, ele ainda chorava um pouco dependendo da situação como no fim de semana anterior que ele chorou quando acordou e não viu Samanta ali e sim Felipe ou quando Samanta saiu e deixou eles sozinhos por alguns minutos e quando Davi viu que a mãe não estava disparou a chora, mas foi no colo de Felipe e ficou ali chorando até a mãe volta. Por mas que para alguns isso não fosse motivo de comemorar para Felipe era pois só ele sabe a luta que foi para conquistar isso. E de agora para frente iria melhorar cada vez mais e um dia iria poder sair sozinho com seu filho. Mas ainda tem um longo caminho pela frente.
Hoje era sexta e Samanta estava de folga, então Felipe cancelou todos os seus compromissos e chamou a Samanta e o Davi para ir na sua casa. Ele estava muito ansioso pois essa seria a primeira vez que seu filho iria lá. Sua mãe disse que passaria la mais a sua vó para conhecer o menino. Luccas e Bruno queria ir também, mas Felipe teve que dizer não pois pensou que talvez Davi pudesse ficar com medo e estranhar todas aquelas pessoas. Ele tinha combinado com a Samanta deles irem lá pelas 13:00 e ficar a tarde toda.
Felipe tinha acordado cedo para prepara as coisas, já tinha almoçado e estava esperando eles chegarem pois já era quase um hora, não parava de olha para a porta ansioso. Até que ela abre mas a pessoa demora um pouco para entrar e quando ele vê quem era se decepciona um pouco pois era sua mãe e sua vó.
- já chegaram – pergunta sua mãe animada.
- ainda não.- fala abraçando ela – como a senhora está vó – fala passando o abraço para sua vó.
- bem meu querido – fala com o sotaque português carregado – onde está o menino que não o vejo.
- ainda não chegou vó – acompanha sua vó até o sofá.
Dados alguns minutos a porta se abre e dessa vez é realmente Samanta que passa pela porta e junto vem Davi todo produzido e bem arrumando. As roupas do garoto era bem diferente das que ele normalmente usava. Não era surrada ou velha e sim novas e bem passada. A camiseta era de dinossauros e a bermuda combinava com a blusa e no pé um tens vermelho e azul completava o look. Samanta não ficava para trás estava usando uma blusa preta com um short azul e um tens branco. Felipe ficou feito bobo olhando para eles sem nem piscar.
O menino olhou para Felipe e sorrio e deu um tchauzinho com a mão. Felipe foi até ele e o abraçou e pegou ele no colo e foi rumo a sua mãe e sua vó.
- quero te apresentar duas pessoas ta bom?!- o menino balança a cabeça afirmativamente.- olha essa é a minha mamãe e essa e a minha vovó. Fala oi para elas.
- oi – fala rápido e tímido.
- oi pequeno da vovó. Pode me chamar assim se você quiser tá bom?- fala dona Rosa se aproximando e querendo pegar Davi no colo, mas o menino vira para trás com medo e vê sua mãe.
- mamãe – Diz querendo chorar e estendendo os braços para ela pega e Samanta atende prontamente.
- ele é um pouco tímido. – disse Samanta sem graças.
- pois é precisava ver no dia em que eu fui lá, mas aos poucos ele vai se soltando.- comenta Felipe.
- tudo bem, eu que fui com muita cede ao pote- Dona Rosa sorri sem graças.
- eu preciso comer alguma coisa e você pequeno – Diz dona Maria pela primeira vez, com seu sotaque carregado. O menino confirma e Felipe vai a cozinha ver se tem algo pronto, mas como ainda não tinha voltou de mãos vazias.
- ainda não está pronto, mas podemos ir banha na piscina o que acha garotão. – bagunça o cabelo do menor.
- sim, titio fe- e estande os braços para Felipe. A mãe de Felipe estranha a forma que a crianças chama o pai mais resolve não fala nada ainda.
Aquela foi uma tarde maravilhosa para todos ali, eles riram, conversaram e brincaram muito. Dada uma certa hora Felipe vai na cozinha e encontra sua mãe ali.
- filho posso falar uma coisa com você? – Felipe confirmar com a cabeça e se aproxima de sua mãe. – por que o Davi não te chama de pai? Eu pensei que a essa altura do campeonato ele já teria se acostumando a te chamar assim.
- bem é que... – ele abaixa a cabeça triste – ele não sabe. – fala isso é sai da cozinha, passa pela sala e vai direto para o seu quarto. Não sabia o porquê daquilo ter o afetado desse jeito. Passando um tempo ouve uma batida na porta seguido da voz de Samanta.
- Felipe o que aconteceu? Ta tudo bem? Precisa conversar? – vai para bater na porta, mas ela se abre antes disso.
Ela entra no quarto dele. E os dois ficam se encarando e o coração acelerando cada vez mais. Felipe fecha a porta e Samanta encara o quarto, fazia tanto tempo que não entrava ali. Ele pois a mão em seu ombro e a vira devagar e encara seus olhos de jabuticaba. Era como se tudo estivesse passando em câmera lenta. Felipe leva os cabelos negros dela para trás das orelhas e dessa vez não resiste a tentação que era os lábios da morena. Beija ela com muita volúpia e vontade, Samanta retribui o beijo na mesma intensidade pois também estava sedenta de vontade.
Os dois vão andando até a cama. Felipe deita sob a moça, mas antes tira a blusa dela e em seguida a sua, ele desce os beijo rumo aos seios da morena, porém ela o para antes de chegar ao seu destino.
- pera Felipe – fala com o fôlego cansado – a gente não pode fazer isso... Aí... fe- geme quando o mesmo da um chupão no seu colo do seio.
- você quer, não quer?- ele tira um dos seios dela do sutiã e começa a chupar ele, Samanta vai ao céu, pois desejou tanto isso.- vou tomar isso como um sim- refere-se ao gemido.
Felipe tira o sutiã dela e muda para o outro seio. Samanta poderia ter um orgasmo ali e agora, mas ao invés disso ela inverte as posições e tira a calça seguida da cueca. O pênis e liberto da sua prisão e logo é abocanhado por Samanta e essa e a vez de Felipe ver o céu. Quando vê que está quase perto do fim ele puxa Samanta para cima, a mesma monta nele e começa a cavalgar no Felipe. Ele dá um beijo nela e inverte as posições novamente, ele vai fazendo movimentos de vai e vem cada vez mas rápido e forte até ambos chegar ao ápice juntos. Eles ficam ali ate suas respiração voltar ao normal.
- esperei tanto tempo por isso – Diz Felipe trazendo ela para perto.- sam?
- oi – sorri para ele.
- sobre o Davi eu...
- o que tem ele? – senta na cama e fica séria só agora lembrou que seu filho estava lá embaixo sozinho.
- eu queria contar para ele- fala sentado também. Samanta levanta e começa a juntar sua roupa.
- contar o que?- fala vestido as peças.- nos esquecemos ele lá embaixo sozinho.
- calma mulher minha mãe tá lá – fala pegando suas roupas também. – queria contar que eu sou o pai dele.
- claro sem problema. E em falar em pai... na escolinha em que ele vai vai ter um evento prós dias dos pais.- termina de se vestir e encara ele.- você quer ir? E que me perguntaram se ele poderia participar da apresentação que vai ter. Então se você for eu vou deixa. O que acha?- ele se aproxima de Samanta.
- e claro que eu vou.- dá um beijo de língua em Samanta – obrigado.
Eles voltam para sala como se nada tivesse acontecido e vê Davi brincando tranquilo na piscina de bolinhas. Samanta pega ele é da um abraço e vários beijinhos ele da uma risada muito gostosa. Dona Rosa observa tudo e depois vira para Felipe.
- bem já vou indo filho.- dá um beijo e um abraço no filho e segue com a vó de Felipe para a saida.
- filho mamãe quer contar um coisa para você tá bem?- ele concorda com a cabeça e Samanta leva ele para o sofá onde está Felipe.- sabe o tio Felipe?- o menino aponta para ele.- sim, então ele não é o seu tio.- o menino continua com um olhar sereno – ele é o seu papai sabia?
- não, não é papai- fica triste – é tio, não papai
- ele é seu papai, mas se quiser ainda pode chamar ele de tio ta bom?!- o menino olha para Felipe.
- não papai, não – Felipe pega a mão dele, mas ele puxa de volta.
- eu sou seu papai.- sorri todo carinhoso para o menino. A criança olha para mãe sem entender.- pode me chamar de pai se quiser ou de tio não tem problema.
- mamãe?!?!- ele olha para mãe confuso- eu. não. papai.
- você tem papai sim meu amor. Quem foi que te falou isso? – nunca tinha tocado nesse assunto com seu filho e jamais dissera que ele não tinha pai então da onde havia tirado isso.
- vovó. Eu não papai
- bem então sua vó mentiu porquê você tem sim um papai tá bom.- falou firme.
- igual nina.- ficou feliz
- sim igual nina. Mas o seu e melhor que o dela porquê e só seu.- sorriu e abraçou o filho ao mesmo tempo cochichou no seu ouvido.- dá um abraço e um beijo no seu papai.
O menino pulou no colo de Felipe que chorou ao sentir tamanho amor por seu filho. Se pode-se viveria naquele abraço o resto de sua vida. Ele puxou Samanta para o abraço também e ficaram ali até Davi se cansar. O que não demorou muito a aconteceu e aquela noite dormiram os três ali na casa do Felipe.
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Cumplicidade (Femanta e Samlipe)
Fiksi Penggemardepois de um término difícil Felipe tem a ajuda de sua amiga e funcionaria, mas um acontecimento era definir a historia desses dois para sempre. E ele terá um grande escolha para fazer será que ele está pronto para tomar essa decisão?
